Revista que derrubou ministro se esgota nas bancas em quatro dias
Apesar de esperada, a repercussão da última edição da revista Piauí (59), lançada na última sexta-feira (5), fez com que os 58 mil exemplares distribuídos nas bancas se esgotassem em quatro dias e uma nova remessa de 15 mil exemplares fosse encomendada às pressas.
Atualizado em 11/08/2011 às 12:08, por
Daniela Ades*.
da última edição da (59), lançada na última sexta-feira (5), fez com que os 58 mil exemplares distribuídos nas bancas se esgotassem em quatro dias e uma nova remessa de 15 mil exemplares fosse encomendada às pressas.
Pela segunda vez consecutiva, a revista publicou matérias polêmicas que repercutiram amplamente na mídia. Na edição passada (58), a Piauí trouxe um polêmico perfil do presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Após a reportagem, um movimento na internet pediu a saída do cartola da entidade.
Nesta edição (59), a reportagem de Consuelo Dieguez revelou comentários do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, criticando colegas de governo. Sua fala, antecipada pela Folha de S.Paulo na quinta-feira (4), reverberou na imprensa e culminou no afastamento de Jobim do cargo pela presidente Dilma Rousseff.
Raquel Zangrandi, secretária de redação da revista, confirmou que se esperava uma grande repercussão da matéria, inclusive o esgotamento nas bancas, mas não em um período tão curto. A expectativa nos leitores veio com a publicação antecipada de parte do conteúdo pela Folha , que deflagrou a crise no Ministério da Defesa. "Normalmente, nós divulgamos para alguns jornais trechos das matérias que serão publicadas na revista".
O esgotamento nas bancas ficou por conta dos leitores curiosos em ler a reportagem que derrubou um ministro. "Muitas pessoas, que nunca tinham comprado a revista, compraram pela primeira vez", explica Raquel. Ela disse que jornaleiros e bancas de jornais ligavam para a distribuidora pedindo por mais exemplares.
No site da revista, a chamada para a matéria também bateu o recorde de acessos, com 53 mil visualizações em apenas um dia. "O perfil do Ricardo Teixeira também teve grande repercussão, mas este foi ainda maior", conclui a secretária de redação.
* Com supervisão de Gustavo Ferrari
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Pela segunda vez consecutiva, a revista publicou matérias polêmicas que repercutiram amplamente na mídia. Na edição passada (58), a Piauí trouxe um polêmico perfil do presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Após a reportagem, um movimento na internet pediu a saída do cartola da entidade.
Nesta edição (59), a reportagem de Consuelo Dieguez revelou comentários do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, criticando colegas de governo. Sua fala, antecipada pela Folha de S.Paulo na quinta-feira (4), reverberou na imprensa e culminou no afastamento de Jobim do cargo pela presidente Dilma Rousseff.
Raquel Zangrandi, secretária de redação da revista, confirmou que se esperava uma grande repercussão da matéria, inclusive o esgotamento nas bancas, mas não em um período tão curto. A expectativa nos leitores veio com a publicação antecipada de parte do conteúdo pela Folha , que deflagrou a crise no Ministério da Defesa. "Normalmente, nós divulgamos para alguns jornais trechos das matérias que serão publicadas na revista".
O esgotamento nas bancas ficou por conta dos leitores curiosos em ler a reportagem que derrubou um ministro. "Muitas pessoas, que nunca tinham comprado a revista, compraram pela primeira vez", explica Raquel. Ela disse que jornaleiros e bancas de jornais ligavam para a distribuidora pedindo por mais exemplares.
No site da revista, a chamada para a matéria também bateu o recorde de acessos, com 53 mil visualizações em apenas um dia. "O perfil do Ricardo Teixeira também teve grande repercussão, mas este foi ainda maior", conclui a secretária de redação.
* Com supervisão de Gustavo Ferrari
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