Revista Caras é proibida de publicar trechos da carta de Cibele Dorsa por ordem judicial

Revista Caras é proibida de publicar trechos da carta de Cibele Dorsa por ordem judicial

Atualizado em 29/03/2011 às 11:03, por Redação Portal IMPRENSA.

Revista Caras é proibida de publicar trechos da carta de Cibele Dorsa por ordem judicial

O site da revista Caras publicou na noite de segunda-feira (28) uma nota oficial declarando que sofreu censura no caso de Cibele Dorsa. Na página inicial do portal, a revista diz que foi obrigada por ordem judicial a retirar trechos da carta de suicídio que a atriz teria enviado a redação da Caras.
A ordem judicial que foi enviada à revista a proíbe mencionar - seja nos textos quanto nas palavras da própria Cibele- uma pessoa a quem a atriz se referiu em suas mensagens.
A atriz morreu após cair da janela de seu apartamento no bairro do Real Parque, na zona sul de São Paulo, na madrugada do último sábado (26). Em janeiro, o noivo dela, Gilberto Scarpa, 27, cometeu suicídio do mesmo local.
Segundo o site da Folha de S.Paulo , o site da Caras publicou diversas partes da carta, inclusive acusações pesadas contra o cavaleiro Álvaro Affonso de Miranda Neto, 38, o Doda. Ele divulgou um comunicado oficial no qual lamenta a morte de Cibele, com quem tem uma filha, Viviane, 11.
Em 23 de fevereiro passado, após a morte de Scarpa, a mesma revista publicou uma entrevista com Cibele na qual ela elogiava o ex-companheiro: "Doda contratou um serviço de homecare para que eu me sentisse melhor e o mais apoiada possível. Mesmo de longe, ele fez de tudo".
A editora Caras declara que a versão impressa da revista circulará com uma tarja preta "como em épocas de ditadura militar", pois, ainda segundo a nota oficial, a revista já estava em processo de impressão quando o mandato oficial chegou gráfica.
"Informamos que a EDITORA CARAS, por acreditar na plena liberdade de expressão contida na Constituição Federal desse país, e em respeito a seus leitores e internautas, perseguirá a liberação dos textos e nome que foi obrigada a retirar e impedida na sua edição impressa de mencionar, apresentando os recursos cabíveis."



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