Revista gera polêmica ao mostrar mulher europeia sendo agredida por imigrantes
A revista semanal polonesa wSieci (A Rede) provocou polêmica ao retratar uma mulher europeia sendo atacada por imigrantes. "O Estupro I
Atualizado em 19/02/2016 às 11:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
A semanal polonesa wSieci (A Rede) provocou polêmica ao retratar uma mulher europeia sendo atacada por imigrantes. "O Estupro Islâmico da Europa", diz a manchete, referindo-se às agressões sexuais supostamente praticadas por refugiados.
Crédito:Reprodução Revista foi associada a publicações nazistas e fascistas
Segundo o jornal O Globo , a publicação diz apontar problemas que a imprensa e a comunidade internacional escondem da população do bloco europeu. Também afirma que a crise migratória é resultado de um choque de civilizações entre o Islã e o Cristianismo.
No Twitter, internautas associaram a revista polonesa à propaganda do fascismo italiano e do nazismo alemão. Na mesma edição, a wSieci também traz dois artigos sobre o tema: “A Europa quer cometer suicídio?” e “O Inferno da Europa”.
A publicação, conhecida por investir em conteúdos polêmicos, já ilustrou sua capa com uma comparação entre a chanceler alemã Angela Merkel e a religiosa católica Madre Teresa de Calcutá. Em outra edição, retratou a líder política Ewa Kopac, então primeira-ministra no país, vestindo burca e portando bombas.
Crédito:Reprodução Revista foi associada a publicações nazistas e fascistas
Segundo o jornal O Globo , a publicação diz apontar problemas que a imprensa e a comunidade internacional escondem da população do bloco europeu. Também afirma que a crise migratória é resultado de um choque de civilizações entre o Islã e o Cristianismo.
No Twitter, internautas associaram a revista polonesa à propaganda do fascismo italiano e do nazismo alemão. Na mesma edição, a wSieci também traz dois artigos sobre o tema: “A Europa quer cometer suicídio?” e “O Inferno da Europa”.
A publicação, conhecida por investir em conteúdos polêmicos, já ilustrou sua capa com uma comparação entre a chanceler alemã Angela Merkel e a religiosa católica Madre Teresa de Calcutá. Em outra edição, retratou a líder política Ewa Kopac, então primeira-ministra no país, vestindo burca e portando bombas.





