Revista francesa critica Copa do Mundo no Brasil e chama o país de “bordel”
O site da revista francesa So Foot publicou nesta semana uma matéria intitulada: “Vive Le Bordel Brésilien!” (Viva a zona brasileira - em tradução livre).
Atualizado em 08/03/2014 às 16:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
So Foot publicou nesta semana uma matéria intitulada: “Vive Le Bordel Brésilien!” (Viva a zona brasileira - em tradução livre). O texto apresenta uma divisão das cidades-sede da Copa em três grupos: as que realmente deveriam estar sediando a Copa, as em que "inevitavelmente o Mundial será uma bagunça" e onde "o melhor mesmo é ver os jogos pela televisão".
Crédito:reprodução O texto apresenta uma divisão das cidades-sede da Copa em três grupos
De acordo com o portal R7, no primeiro time, composto por Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza e Porto Alegre, a revista identifica problemas menores, que não teriam grande impacto para a realização do torneio, como a falta de conexão com a internet e problemas no telão do estádio Beira-Rio.
No segundo grupo, que inclui Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Recife e Natal, as críticas são direcionadas, principalmente, à mobilidade urbana e a capacidade de receber turistas. São Paulo, por exemplo, é descrita como "cidade irmã da Cidade do México e prima do Cairo, centros urbanos conhecidos mundialmente pelo trânsito caótico".
No terceiro grupo, estão as cidades de Cuiabá, Manaus e Curitiba. A capital do Paraná é descrita como "grande emoção pré-Mundial", referindo-se a dúvida sobre o estádio estar ou não pronto a tempo da Copa. Já para a capital do Mato Grosso, o aeroporto é descrito como 'um campo de barro. “Apesar de ser do tamanho de uma cozinha, há um lindo papagaio pintado na parede. Nenhuma grande nação vai jogar em Cuiabá. Depois dizem que o sorteio é aleatório".
Crédito:reprodução O texto apresenta uma divisão das cidades-sede da Copa em três grupos
De acordo com o portal R7, no primeiro time, composto por Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza e Porto Alegre, a revista identifica problemas menores, que não teriam grande impacto para a realização do torneio, como a falta de conexão com a internet e problemas no telão do estádio Beira-Rio.
No segundo grupo, que inclui Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Recife e Natal, as críticas são direcionadas, principalmente, à mobilidade urbana e a capacidade de receber turistas. São Paulo, por exemplo, é descrita como "cidade irmã da Cidade do México e prima do Cairo, centros urbanos conhecidos mundialmente pelo trânsito caótico".
No terceiro grupo, estão as cidades de Cuiabá, Manaus e Curitiba. A capital do Paraná é descrita como "grande emoção pré-Mundial", referindo-se a dúvida sobre o estádio estar ou não pronto a tempo da Copa. Já para a capital do Mato Grosso, o aeroporto é descrito como 'um campo de barro. “Apesar de ser do tamanho de uma cozinha, há um lindo papagaio pintado na parede. Nenhuma grande nação vai jogar em Cuiabá. Depois dizem que o sorteio é aleatório".





