Revista afirma que governo francês tem serviço de espionagem nas telecomunicações
A revista Le Nouvel Observateur publicou nesta quarta-feira (1/7) a informação de que o governofrancês espiona as telecomunic
Atualizado em 01/07/2015 às 15:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
A revista Le Nouvel Observateur publicou nesta quarta-feira (1/7) a informação de que o governo espiona as telecomunicações que transitam pelos cabos submarinos desde 2008, quando o país era comandado por Nicolas Sarkozy.
Crédito:Wikimedia commons Espionagem das telecomunicações na França começaram no governo Sarkozy
A informação foi divulgada depois que o WikiLeaks informou que os últimos três presidentes franceses foram espionados pela Agência de Segurança Nacional de Segurança. De acordo com a EFE, a publicação alega que a espionagem francesa é feita pela Direção Geral de Segurança Exterior, que possui instalações clandestinas para analisar todos os dados que são transmitidos.
A espionagem começou ainda no ano de 2008 sob o comando de Nicolas Sarkozy e continuaram com a posse do atual presidente François Hollande, que legalizou essas práticas com a mudança na lei de espionagem francesa.
O governo construiu bases de interpretação de dados nas cidades de Marselha, Bretanha e Normandia. Ele ainda se utilizou de empresas locais como a Orange, de telefonia e do grupo Alcatel, responsável pela instalação dos cabos que transmitem as informações.
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Crédito:Wikimedia commons Espionagem das telecomunicações na França começaram no governo Sarkozy
A informação foi divulgada depois que o WikiLeaks informou que os últimos três presidentes franceses foram espionados pela Agência de Segurança Nacional de Segurança. De acordo com a EFE, a publicação alega que a espionagem francesa é feita pela Direção Geral de Segurança Exterior, que possui instalações clandestinas para analisar todos os dados que são transmitidos.
A espionagem começou ainda no ano de 2008 sob o comando de Nicolas Sarkozy e continuaram com a posse do atual presidente François Hollande, que legalizou essas práticas com a mudança na lei de espionagem francesa.
O governo construiu bases de interpretação de dados nas cidades de Marselha, Bretanha e Normandia. Ele ainda se utilizou de empresas locais como a Orange, de telefonia e do grupo Alcatel, responsável pela instalação dos cabos que transmitem as informações.
Paris assinou em 2010 um acordo secreto de apoio ao serviço de espionagem britânico, o que, segundo a revista “explica a moderação dos presidentes após a revelação de que foram espionados pela agência americana”.
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