Repressão contra jornalistas em Cuba continua
Jornalistas independentes cubanos continuam sendo perseguidos pelo governo, segundo o Comitê para Proteção dos Jornalistas.
Atualizado em 07/07/2011 às 13:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Jornalistas independentes cubanos continuam sendo perseguidos pelo governo, segundo . A organização afirma que, mesmo após a libertação de mais de 20 profissionais que estavam presos desde 2003, o mandato de Raúl Castro não parece estar mais tolerante que antes, e diversas outras formas de repressão têm sido utilizadas pelo Estado para evitar que críticas à Cuba vazem na Internet.
Abordagens arbitrárias, espancamentos e privação do convívio social são algumas das medidas que vêm sendo tomadas contra os jornalistas investigativos. Ao contrário dos métodos utilizados no passado, quando um longo tempo de encarceramento era imposto aos que questionavam o governo, as prisões domiciliares ou curtas, que podem durar dias, horas ou semanas, são as mais comuns no país atualmente.
Até mesmo a Internet é cerceada para os profissionais independentes. Liberada apenas em locais aprovados pelo governo, como universidades e hotéis, ela se torna item de difícil acesso para estes comunicadores, que tem de pagar altos preços por seu uso, utilizar conexões piratas e/ou de embaixadas para colocar seu trabalho no ar.
Segundo o próprio governo, a liberdade de expressão é legitimada se estiver "de acordo com os objetivos da sociedade socialista", como diz o relatório do CPJ. Resolução do Ministério da Comunicação e Computação afirma também que deve-se impedir "o acesso a sites que obtenham conteúdo contrário ao interesse socialista, à ética e aos bons costumes, assim como o uso de aplicativos que afetem a integridade e a segurança do Estado".
O Comitê pede em seu site que as nações e organizações internacionais exerçam pressão política em Cuba para que esta garanta plena liberdade de expressão e informação, assim como de acesso à Internet, aos seus jornalistas e à população em geral.
Leia mais:
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Abordagens arbitrárias, espancamentos e privação do convívio social são algumas das medidas que vêm sendo tomadas contra os jornalistas investigativos. Ao contrário dos métodos utilizados no passado, quando um longo tempo de encarceramento era imposto aos que questionavam o governo, as prisões domiciliares ou curtas, que podem durar dias, horas ou semanas, são as mais comuns no país atualmente.
Até mesmo a Internet é cerceada para os profissionais independentes. Liberada apenas em locais aprovados pelo governo, como universidades e hotéis, ela se torna item de difícil acesso para estes comunicadores, que tem de pagar altos preços por seu uso, utilizar conexões piratas e/ou de embaixadas para colocar seu trabalho no ar.
Segundo o próprio governo, a liberdade de expressão é legitimada se estiver "de acordo com os objetivos da sociedade socialista", como diz o relatório do CPJ. Resolução do Ministério da Comunicação e Computação afirma também que deve-se impedir "o acesso a sites que obtenham conteúdo contrário ao interesse socialista, à ética e aos bons costumes, assim como o uso de aplicativos que afetem a integridade e a segurança do Estado".
O Comitê pede em seu site que as nações e organizações internacionais exerçam pressão política em Cuba para que esta garanta plena liberdade de expressão e informação, assim como de acesso à Internet, aos seus jornalistas e à população em geral.
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