Repórteres são detidos durante cobertura de protestos por morte jovem negro nos EUA
Profissionais foram detidos quando estavam numa unidade da lanchonete McDonalds
Atualizado em 14/08/2014 às 12:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Os jornalistas Ryan Reilly, do Huffington Post, e Wesley Lowery, do Washington Post , foram detidos na última quarta-feira (13/8) em Ferguson, Missouri (EUA), enquanto cobriam os protestos contra a morte de um jovem negro por um agente da polícia.
Crédito:Reprodução/Twitter Wesley Lowery (esq.) e Ryan Reilly (dir.) foram presos por entrevistar pessoas sobre a morte do jovem
De acordo com o portal The Wire, os repórteres foram detidos quando estavam numa unidade da lanchonete McDonalds. Uma equipe do SWAT, força especial existente nos departamentos de polícia do país, ordenou que eles saíssem do espaço e que não gravassem no local.
Os jornalistas, entretanto, se recusaram a parar de gravar a ação da polícia e foram presos. "Lowery foi empurrado contra uma máquina de bebidas. Um outro agente atirou a cabeça de Reilly contra um vidro", denunciou o Huffington Post.
Meia hora após a confusão, Reilly e Lowery foram libertados sem acusações ou registro oficial sobre o caso. A polícia tem censurado o trabalho da imprensa no local. Outros repórteres relataram ameaças de ataque com gás lacrimogêneo por parte de autoridades na tentativa de impedir a cobertura.
Assista ao vídeo:
Crédito:Reprodução/Twitter Wesley Lowery (esq.) e Ryan Reilly (dir.) foram presos por entrevistar pessoas sobre a morte do jovem
De acordo com o portal The Wire, os repórteres foram detidos quando estavam numa unidade da lanchonete McDonalds. Uma equipe do SWAT, força especial existente nos departamentos de polícia do país, ordenou que eles saíssem do espaço e que não gravassem no local.
Os jornalistas, entretanto, se recusaram a parar de gravar a ação da polícia e foram presos. "Lowery foi empurrado contra uma máquina de bebidas. Um outro agente atirou a cabeça de Reilly contra um vidro", denunciou o Huffington Post.
Meia hora após a confusão, Reilly e Lowery foram libertados sem acusações ou registro oficial sobre o caso. A polícia tem censurado o trabalho da imprensa no local. Outros repórteres relataram ameaças de ataque com gás lacrimogêneo por parte de autoridades na tentativa de impedir a cobertura.
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