Repórteres são detidos após acompanharem roubo a banco na Venezuela
Os repórteres venezuelanos Román Camacho, do site La Patilla, Josselyn Torres e Darvinson Rojas, do El Pitazo, foram detidos depois de acompanharem um roubo numa filial do Banco Central, em Caracas, na última quinta-feira (23/6).
Atualizado em 28/06/2016 às 11:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
site La Patilla, Josselyn Torres e Darvinson Rojas, do El Pitazo, foram detidos depois de acompanharem um roubo numa filial do Banco Central, em Caracas, na última quinta-feira (23/6).
Crédito:Reprodução/Twitter Román Camacho, Josselyn Torres e Darvinson Rojas são investigados por assistir vídeo de assaltante do banco
De acordo com O Globo , os jornalistas foram presos e interrogados sem notificação. Eles tiveram acesso a um vídeo de câmeras de segurança no qual o invasor culpa a fome no país durante a ação, que acabou em uma troca de tiros com forças de segurança. O homem morreu no local.
Os profissionais foram libertados apenas no último sábado (25/6). Em nota, o diretor da ONG Freedom House para a América Latina, Carlos Ponce, afirmou que o interrogatório arbitrário é o mais recente exemplo da intensa intimidação e táticas de pressão contra a mídia no país.
"A confidencialidade de fontes e o direito de investigar e cobrir o que acontece são valores-chave para a liberdade de informação. O governo tem a obrigação de garantir a segurança dos jornalistas, em vez de ser seu maior violador", destacou Ponce.
Assista ao vídeo:
Crédito:Reprodução/Twitter Román Camacho, Josselyn Torres e Darvinson Rojas são investigados por assistir vídeo de assaltante do banco
De acordo com O Globo , os jornalistas foram presos e interrogados sem notificação. Eles tiveram acesso a um vídeo de câmeras de segurança no qual o invasor culpa a fome no país durante a ação, que acabou em uma troca de tiros com forças de segurança. O homem morreu no local.
Os profissionais foram libertados apenas no último sábado (25/6). Em nota, o diretor da ONG Freedom House para a América Latina, Carlos Ponce, afirmou que o interrogatório arbitrário é o mais recente exemplo da intensa intimidação e táticas de pressão contra a mídia no país.
"A confidencialidade de fontes e o direito de investigar e cobrir o que acontece são valores-chave para a liberdade de informação. O governo tem a obrigação de garantir a segurança dos jornalistas, em vez de ser seu maior violador", destacou Ponce.
Assista ao vídeo:





