"Repórter Record" festeja o centenário da imigração japonesa

"Repórter Record" festeja o centenário da imigração japonesa

Atualizado em 16/06/2008 às 14:06, por Redação Portal IMPRENSA.

Nesta segunda-feira (16), às 22h45, o "Repórter Record", da Rede Record, celebra o centenário da imigração japonesa com repórteres nos dois lados do mundo.

No Japão, o programa mostrará porque o país - segunda maior economia do mundo - é considerado hoje a terra da tecnologia, do trem-bala, da organização, dos prédios à prova de terremoto. Mas, no início do século passado, era uma sociedade agrária, enfraquecida depois da guerra. Um país com gente demais e terra de menos.

Enquanto isso, a atração da Record mostrará que um lugar distante chamado Brasil precisava de mão-de-obra para as lavouras de café. A equipe do jornalístico da emissora acompanhou um dia na vida da Miss Centenário, Karina Nakahara, e invadiu os ensaios de sua participação no evento de abertura das comemorações.

Os repórteres conversaram com um senhor japonês que veio para o Brasil, onde começou a pintar e vender seus quadros na capital. Hoje, de volta ao Japão, ele divulga as belezas brasileiras em suas artes. E se emociona ao lembrar da terra que o acolheu.

No Japão, a equipe foi até uma ilha que é destino de casais em lua de mel, a ilha de Okinawa, com praias de areia branca e mar transparente. Porém, na época da grande partida estava longe de ser um paraíso. De cada dez japoneses que partiam para o Brasil, um saía de Okinawa.

A equipe da atração acompanhou também o ensaio de algumas senhoras que treinam há três anos a dança do Bon-Odori (um reconhecimento pela boa colheita), para se apresentar em São Paulo nas comemorações do centenário. No interior de São Paulo, um dos redutos da imigração japonesa.

Os repórteres do Repórter Record conversaram com japoneses que moram no Brasil e lembram dos tempos difíceis da Segunda Guerra Mundial. Nesta época, o Brasil cortou relações diplomáticas com os três países que formavam o Eixo: Alemanha, Itália e Japão. Os imigrantes tiveram bens confiscados, foram expulsos das terras que compraram e chegaram a ser proibidos de falar japonês em locais públicos.

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