Repórter que revelou grampo ao telefone de Nicolas Sarkozy recebe ameaças
Na última quarta-feira (19/3), o repórter Gérard Davet, do Le Monde, um dos autores do artigo que revelou que o ex-presidente Nicolas Sarkozy estava sob escuta judicial, disse que recebeu ameaças.
Atualizado em 20/03/2014 às 13:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
repórter Gérard Davet, do Le Monde , um dos autores do artigo que revelou que o ex-presidente Nicolas Sarkozy estava sob escuta judicial, disse que recebeu ameaças.
Crédito:Divulgação Jornalista recebeu carta com ameaças após divulgar grampos telefônico de Sarkozy
Segundo a EFE, Davet e o também jornalista Fabrice Lhommme são responsáveis por monitorar as questões "particularmente sensíveis" da publicação. O jornal informou que as ameaças ao repórter foram recebidas por carta manuscrita na última terça-feira (18/3) e que já foi apresentada uma queixa oficial à Polícia Judiciária de Paris, que procura identificar o autor.
Os dois repórteres que produziram a matéria foram recebidos por François Hollande no dia 7 de março, que teria interpretado a visita como um envolvimento nas escutas. Eles se defenderam alegando que a coincidência da data é devido ao acaso, já que ambos vão à sede presidencial com frequência para preparar um livro sobre o atual presidente.
A escuta de Sarkozy, bem como de seus ministros Claude Guéant e Brice Hortefeux, foi decretada pelos juízes Serge Tournaire e René Grouman. A lei francesa permite que um juiz decrete o grampeamento sem abertura de qualquer processo judicial se achar que existe uma razão válida para tal medida.
Crédito:Divulgação Jornalista recebeu carta com ameaças após divulgar grampos telefônico de Sarkozy
Segundo a EFE, Davet e o também jornalista Fabrice Lhommme são responsáveis por monitorar as questões "particularmente sensíveis" da publicação. O jornal informou que as ameaças ao repórter foram recebidas por carta manuscrita na última terça-feira (18/3) e que já foi apresentada uma queixa oficial à Polícia Judiciária de Paris, que procura identificar o autor.
Os dois repórteres que produziram a matéria foram recebidos por François Hollande no dia 7 de março, que teria interpretado a visita como um envolvimento nas escutas. Eles se defenderam alegando que a coincidência da data é devido ao acaso, já que ambos vão à sede presidencial com frequência para preparar um livro sobre o atual presidente.
A escuta de Sarkozy, bem como de seus ministros Claude Guéant e Brice Hortefeux, foi decretada pelos juízes Serge Tournaire e René Grouman. A lei francesa permite que um juiz decrete o grampeamento sem abertura de qualquer processo judicial se achar que existe uma razão válida para tal medida.





