Repórter paraguaio é morto a tiros após reportagem na fronteira com o Brasil
Repórter estava em seu carro acompanhado de uma mulher, identificada como uma líder camponesa local
Atualizado em 17/10/2014 às 11:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista paraguaio Pablo Medina, correspondente do jornal ABC Color , foi executado na tarde da última quinta-feira (16/10) após fazer uma reportagem em Crescentius González, no departamento de Canindeyú, que faz fronteira com o Brasil.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista era alvo de constantes ameaças, diz ministro
De acordo com o ABC Color, o assassinato ocorreu por volta das 13h30, quando o . Ambos foram atingidos por tiros.
A mulher conseguiu pedir socorro e foi encaminhada para o Hospital de Curuguaty. A suspeita é que o crime foi cometido por pelo menos duas pessoas, que teriam se aproximado do profissional no momento em que ele parou o veículo para fotografar o local.
O jornal ao qual Medina prestava serviços informou ainda que o ministro do Interior, Francisco de Vargas, recordou que o jornalista era alvo frequente de ameaças por produzir reportagens sobre a produção de maconha na região.
Colegas e amigos de Pablo Medina fecharam uma rua e organizaram uma marcha até a sede da polícia e do Ministério Público para cobrar justiça.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista era alvo de constantes ameaças, diz ministro
De acordo com o ABC Color, o assassinato ocorreu por volta das 13h30, quando o . Ambos foram atingidos por tiros.
A mulher conseguiu pedir socorro e foi encaminhada para o Hospital de Curuguaty. A suspeita é que o crime foi cometido por pelo menos duas pessoas, que teriam se aproximado do profissional no momento em que ele parou o veículo para fotografar o local.
O jornal ao qual Medina prestava serviços informou ainda que o ministro do Interior, Francisco de Vargas, recordou que o jornalista era alvo frequente de ameaças por produzir reportagens sobre a produção de maconha na região.
Colegas e amigos de Pablo Medina fecharam uma rua e organizaram uma marcha até a sede da polícia e do Ministério Público para cobrar justiça.





