Repórter do "Observer" aponta os lugares perigosos para atuação do jornalista
Peter Beaumont, jornalista do Observer, analisou os lugares mais perigosos do mundo para aqueles que exercem a profissão. Entre esses lugares estão Síria, México, Iraque, Etiópia entre outros.
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Em 2012 seis jornalistas morreram na Síria e pelo menos 66 morreram no ano passado em todo o mundo. Só no Paquistão foram dez mortos, representando o maior número em um único país. Nos últimos dez anos, o país mais mortífero para jornalistas é o Iraque, que, desde 1992, teve 151 profissionais de imprensa mortos em seu território.
Segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras, o número de detenções de jornalistas aumentou de 535, em 2010, para 1044, em 2011. Os protestos de rua que aconteceram em países como Grécia, Belarus, Uganda, Chile e Estados Unidos são os motivos desse aumento. Ano passado, dois jornalistas suecos foram encarcerados na Etiópia enquanto cobriam uma rebelião na fronteira com a Somália.
Jornalistas on-line não correm menos perigo. Em 2011, nove deles foram mortos, como a repórter mexicana Maria Elizabeth Macias Castro. Seu corpo foi encontrado junto com um bilhete que declarava que ela fora assassinada por fazer reportagens em sites de mídia social. O México, aliás, tem sido alvo de grande preocupação internacional em relação à violência contra profissionais da imprensa. O país tem pelo menos 11 jornalistas desaparecidos e imagina-se que, na verdade, estejam mortos.
Com informações da Folha de S. Paulo .






