Repórter do "JÁ" é preso durante cobertura de ocupação em secretaria no RS
Matheus Chaparini, repórter do jornal JÁ, e o cinegrafista Kevin Darc foram presos na manhã da última quarta-feira (15/6) quando faziam a cobertura da ocupação dos estudantes na Secretaria Estadual da Fazenda, no centro de Porto Alegre (RS).
Atualizado em 16/06/2016 às 09:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
JÁ , e o cinegrafista Kevin Darc foram na manhã da última quarta-feira (15/6) quando faziam a cobertura da ocupação dos estudantes na Secretaria Estadual da Fazenda, no centro de Porto Alegre (RS).
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista diz que se identificou como imprensa, mas foi presos mesmo assim
De acordo com Zero Hora , o jornalista foi levado junto com outras nove pessoas para a 3ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (3ª DPPA). Ele e o grupo passaram por exames de corpo de delito durante a tarde. Porém, Chaparini passou a noite no Presídio Central.
A escrivã que lavrou o flagrante do caso, a policial Paula Paixão, disse que Matheus Chaparini falou aos agentes que era cinegrafista, fotógrafo e repórter autônomo, negando vínculo com entidade jornalística.
Além disso, a policial revelou que o jornalista teria cometidos dois crimes, pois estava apropriando-se de um imóvel público e impedindo servidores de exercerem suas funções.
O jornal desmente a versão da polícia e afirma que Chaparini teria se identificado para a Brigada Militar durante a condução para a delegacia, mas teria ouvido que "não fazia diferença alguma".
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul (SINDJORS) repudiou a prisão do repórter durante o exercício do seu trabalho, no que qualificou como uma "uma tentativa de inibir a atuação da imprensa na cobertura e esclarecimento dos fatos".
No início da madrugada desta quinta (16/6), Chaparini e Darc foram liberados por alvará de soltura concedido pelo juiz Felipe Keunecke de Oliveira, depois de 14 horas de detenção.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista diz que se identificou como imprensa, mas foi presos mesmo assim
De acordo com Zero Hora , o jornalista foi levado junto com outras nove pessoas para a 3ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (3ª DPPA). Ele e o grupo passaram por exames de corpo de delito durante a tarde. Porém, Chaparini passou a noite no Presídio Central.
A escrivã que lavrou o flagrante do caso, a policial Paula Paixão, disse que Matheus Chaparini falou aos agentes que era cinegrafista, fotógrafo e repórter autônomo, negando vínculo com entidade jornalística.
Além disso, a policial revelou que o jornalista teria cometidos dois crimes, pois estava apropriando-se de um imóvel público e impedindo servidores de exercerem suas funções.
O jornal desmente a versão da polícia e afirma que Chaparini teria se identificado para a Brigada Militar durante a condução para a delegacia, mas teria ouvido que "não fazia diferença alguma".
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul (SINDJORS) repudiou a prisão do repórter durante o exercício do seu trabalho, no que qualificou como uma "uma tentativa de inibir a atuação da imprensa na cobertura e esclarecimento dos fatos".
No início da madrugada desta quinta (16/6), Chaparini e Darc foram liberados por alvará de soltura concedido pelo juiz Felipe Keunecke de Oliveira, depois de 14 horas de detenção.





