Repórter do iG se disfarça de muçulmana e registra reações preconceituosas nas ruas
Movimento anti-islã cresceu no Brasil, dizem muçulmanas
Atualizado em 27/01/2015 às 13:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após o ataque à sede da revista Charlie Hebdo , um movimento anti-islã cresceu no Brasil. Ao portal iG, muçulmanas brasileiras revelaram que viraram alvo de pedradas, cuspidas e insultos. Para acompanhar casos como este, a repórter do site, Carolina Garcia, decidiu se vestir com véus islâmicos por dois dias e flagrou as reações da população.
Crédito:Reprodução Jornalista registrou ofensas contra muçulmanos durante a reportagem
A experiência da jornalista teve a participação da professora de teatro Sarah Ghuraba, apedrejada uma semana depois do ataque na França. Todos os vídeos e fotos foram feitos escondidos. Durante a reportagem, Carolina registrou questionamentos como: "É carnaval?", bem como uma série de ofensas.
Os atentados realizados no início de janeiro na França deixaram 17 mortos. Os irmãos Kouachi atacaram em 7 de janeiro a sede do Charlie Hebdo , matando 12 pessoas, em uma ação reivindicada pela Al-Qaeda na Península Arábica.
Assista à reportagem:
Crédito:Reprodução Jornalista registrou ofensas contra muçulmanos durante a reportagem
A experiência da jornalista teve a participação da professora de teatro Sarah Ghuraba, apedrejada uma semana depois do ataque na França. Todos os vídeos e fotos foram feitos escondidos. Durante a reportagem, Carolina registrou questionamentos como: "É carnaval?", bem como uma série de ofensas.
Os atentados realizados no início de janeiro na França deixaram 17 mortos. Os irmãos Kouachi atacaram em 7 de janeiro a sede do Charlie Hebdo , matando 12 pessoas, em uma ação reivindicada pela Al-Qaeda na Península Arábica.
Assista à reportagem:





