Repórter de jornal é a pior profissão de 2015, aponta pesquisa de site americano
Estudo considera demandas físicas, renda, estresse e perspectivas
Atualizado em 16/04/2015 às 10:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em meio a um cenário de demissões e fechamentos, mais uma notícia negativa no mercado de comunicação. Os repórteres de jornais e revistas impressos ganharam o troféu de pior profissão de 2015. A classificação é resultado da do site de empregos americanos , que analisou quais são as carreiras mais e menos promissoras do ano nos Estados Unidos.
O levantamento leva em conta cinco critérios: demandas físicas, ambiente de trabalho, renda, estresse e perspectivas de contratação. Para compilar o ranking, a empresa usou, principalmente, dados do Centro de Estatísticas do Trabalho e de outras agências do governo americano.
Crédito:Divulgação Meio impresso está em declínio devido a migração dos leitores para o digital
A pesquisa explica que, como os leitores têm migrado do papel para o online, o mercado de trabalho anda em declínio, e por isso, as vagas para o cargo estão desaparecendo. Além de ocupar o topo da lista, a profissão de radialista ficou em quinto lugar e o de repórter fotográfico segue logo atrás, na sexta posição.
O site mostra que o repórter de jornal recebe, anualmente, 36.267 dólares. A perspectiva de crescimento é de -13,33% e o índice geral é de 737 - pela metodologia do CareerCast, quanto menor o índice, mais promissora é a profissão.
Já o apresentador de TV ou rádio ganha 29.347 dólares ao ano. A perspectiva de ascensão é de -1,53% e o índice geral foi classificado em 658. O mercado para o fotojornalista é parecido. Nos EUA, eles recebem 29.267 dólares anuais. A perspectiva de crescimento é de 1,67% e o índice ficou em 656.
Confira a lista completa:
Top 10 dos piores 1- Jornalista de jornal e revista impressos 2 - Lenhador 3 - Carreira militar 4 - Cozinheiro 5 - Radialista 6 - Repórter fotográfico 7 - Agente penitenciário 8 - Taxista 9 - Bombeiro 10 - Carteiro
Top 10 dos melhores 1 - Atuário 2 - Fonoaudiólogo 3 - Matemático 4 - Estatístico 5 - Engenheiro biomédico 6 - Cientista de dados 7 - Higienista dental 8 - Engenheiro de software 9 - Terapeuta ocupacional 10 - Analista de sistemas computacionais
O levantamento leva em conta cinco critérios: demandas físicas, ambiente de trabalho, renda, estresse e perspectivas de contratação. Para compilar o ranking, a empresa usou, principalmente, dados do Centro de Estatísticas do Trabalho e de outras agências do governo americano.
Crédito:Divulgação Meio impresso está em declínio devido a migração dos leitores para o digital
A pesquisa explica que, como os leitores têm migrado do papel para o online, o mercado de trabalho anda em declínio, e por isso, as vagas para o cargo estão desaparecendo. Além de ocupar o topo da lista, a profissão de radialista ficou em quinto lugar e o de repórter fotográfico segue logo atrás, na sexta posição.
O site mostra que o repórter de jornal recebe, anualmente, 36.267 dólares. A perspectiva de crescimento é de -13,33% e o índice geral é de 737 - pela metodologia do CareerCast, quanto menor o índice, mais promissora é a profissão.
Já o apresentador de TV ou rádio ganha 29.347 dólares ao ano. A perspectiva de ascensão é de -1,53% e o índice geral foi classificado em 658. O mercado para o fotojornalista é parecido. Nos EUA, eles recebem 29.267 dólares anuais. A perspectiva de crescimento é de 1,67% e o índice ficou em 656.
Confira a lista completa:
Top 10 dos piores 1- Jornalista de jornal e revista impressos 2 - Lenhador 3 - Carreira militar 4 - Cozinheiro 5 - Radialista 6 - Repórter fotográfico 7 - Agente penitenciário 8 - Taxista 9 - Bombeiro 10 - Carteiro
Top 10 dos melhores 1 - Atuário 2 - Fonoaudiólogo 3 - Matemático 4 - Estatístico 5 - Engenheiro biomédico 6 - Cientista de dados 7 - Higienista dental 8 - Engenheiro de software 9 - Terapeuta ocupacional 10 - Analista de sistemas computacionais





