Repórter da Reuters agride assessora do ministro da Economia na Argentina
O jornalista Ricardo Mangano, da agência de notícias Reuters, agrediu a assessora de imprensa do Ministério da Economia da Argentina, LorenaGómez, durante a apresentação de um Projeto de Lei Orçamentária de 2016, que ocorreu na Câmara dos Deputados na última terça-feira (15/9).
Atualizado em 16/09/2015 às 12:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
agência de notícias , agrediu a assessora de imprensa do Ministério da Economia da Argentina, Lorena Gómez, durante a apresentação de um Projeto de Lei Orçamentária de 2016, que ocorreu na Câmara dos Deputados na última terça-feira (15/9).
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista empurrou a assessora para obter documento antes do tempo
Segundo a Télam, fontes que presenciaram o incidente informaram que o jornalista entrou em um local, sem a autorização do ministério, para obter acesso ao documento que resumia o projeto de orçamento. O texto seria entregue no fim da exposição do ministro da Economia, Axel Kicillof.
A assessora pediu para que Mangano devolvesse o documento. Depois de suas negativas, ela tentou tirar o arquivo da mão dele. Neste momento, o repórter se irritou e a empurrou com força no chão. Lorena começou a chorar e o jornalista deixou o local.
Após a agressão, a Câmara dos Deputados retirou o acesso de Mangano ao edifício e espera que ele se apresente para explicar o ocorrido.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista empurrou a assessora para obter documento antes do tempo
Segundo a Télam, fontes que presenciaram o incidente informaram que o jornalista entrou em um local, sem a autorização do ministério, para obter acesso ao documento que resumia o projeto de orçamento. O texto seria entregue no fim da exposição do ministro da Economia, Axel Kicillof.
A assessora pediu para que Mangano devolvesse o documento. Depois de suas negativas, ela tentou tirar o arquivo da mão dele. Neste momento, o repórter se irritou e a empurrou com força no chão. Lorena começou a chorar e o jornalista deixou o local.
Após a agressão, a Câmara dos Deputados retirou o acesso de Mangano ao edifício e espera que ele se apresente para explicar o ocorrido.





