Repórter da Mídia Ninja diz ter sido abordado por policial que se passava por jornalista
Nesta terça-feira (23/7), Filipe Peçanha, um dos repórteres do grupo Mídia Ninja detidos durante a manifestação acerca da visita do papa ao
Atualizado em 23/07/2013 às 20:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Rio de Janeiro, utilizou sua página no Facebook para protestar contra a prisão. Segundo o profissional, ele foi abordado por um policial que se passava por jornalista.
Peçanha denunciou que foi agredido pelos policiais e detido "sem acusação formal". "Uma mão segura forte meu braço. Um homem alto, de óculos, com uma camisa clara fala: 'Me da uma entrevista? Quero pegar um depoimento seu'. Achando estranho, pergunto: 'Qual seu nome, pra que veículo?'. Ele não responde", relata o repórter.
O policial à paisana o levou à força até a presença de um policial fardado, segundo o jornalista. "Ele pede para que eu abra a mochila. Revista, pede meu documento. Não acha nada de suspeito ou ilegal. Ainda assim, me avisa que serei encaminhado para a delegacia. 'Averiguação', diz ele."
O repórter, que teve o celular confiscado, foi levado a uma viatura da polícia. Sua detenção e de seu colega causou comoção nas redes sociais e motivou um protesto em frente à delegacia para onde os repórteres foram levados.
"A fusão entre a rede e a rua se mostrou mais clara. Eles tentaram derrubar nossa transmissão ao deter um, dois, três ninjas. Mas eles não entenderam que não é uma câmera, um repórter... é uma rede. Podem até derrubar um. E assim surgem outros 1.000."
Peçanha denunciou que foi agredido pelos policiais e detido "sem acusação formal". "Uma mão segura forte meu braço. Um homem alto, de óculos, com uma camisa clara fala: 'Me da uma entrevista? Quero pegar um depoimento seu'. Achando estranho, pergunto: 'Qual seu nome, pra que veículo?'. Ele não responde", relata o repórter.
O policial à paisana o levou à força até a presença de um policial fardado, segundo o jornalista. "Ele pede para que eu abra a mochila. Revista, pede meu documento. Não acha nada de suspeito ou ilegal. Ainda assim, me avisa que serei encaminhado para a delegacia. 'Averiguação', diz ele."
O repórter, que teve o celular confiscado, foi levado a uma viatura da polícia. Sua detenção e de seu colega causou comoção nas redes sociais e motivou um protesto em frente à delegacia para onde os repórteres foram levados.
"A fusão entre a rede e a rua se mostrou mais clara. Eles tentaram derrubar nossa transmissão ao deter um, dois, três ninjas. Mas eles não entenderam que não é uma câmera, um repórter... é uma rede. Podem até derrubar um. E assim surgem outros 1.000."





