Repórter da Globo descobre câncer de mama após produzir reportagem sobre a doença
Um dia depois de produzir uma reportagem sobre o câncer de mama para o "Jornal Nacional" (Globo), em outubro do ano passado, a rep
Atualizado em 12/01/2016 às 12:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um dia depois de produzir uma reportagem sobre o câncer de mama para o "Jornal Nacional" (Globo), em outubro do ano passado, a Elaine Bast descobriu o resultado de sua própria mamografia. Os exames confirmaram que ela tinha nódulos malignos.
Na reportagem, a jornalista alertou sobre a importância em realizar o procedimento para detectar o câncer de mama precocemente, aumentar as chances de cura e reduzir a intensidade do tratamento. Na matéria, ela indica que 60% dos casos da doença foram identificados no início, graças ao exame. Crédito:Divulgação/Twitter Elaine Bast (foto) teve diagnóstico de câncer de mama
Em entrevista ao site Notícias da TV, do portal UOL, Elaine contou que uma das pessoas entrevistadas para sua reportagem a ajudou bastante. A mulher já havia passado pelo tratamento e tranquilizou a repórter.
"Tenho 42 anos, dois filhos pequenos, amamentei, não há histórico na minha família de câncer de mama. Não esperava passar por isso. Tive muita sorte em ter descoberto logo no início. Apesar de todos os avanços da medicina nessa área, a palavra ‘câncer’ dá sempre muito medo. Mas aprendi que ela não é uma sentença de morte", relatou.
Elaine contou ainda que retirou toda a mama esquerda e decidiu retirar a direita preventivamente. Ela destacou ter muita sorte em ter um diagnóstico precoce e poder reconstruir as mamas na mesma cirurgia. "Não precisei ver meu corpo mutilado", explicou.
"Tive apoio muito importante da minha família, dos meus amigos, dos meus colegas de trabalho. Eles ajudaram a cuidar da minha alma. E os médicos, a cuidar da minha saúde", acrescentou. A jornalista deve retornar ao trabalho em meados deste mês.
Na reportagem, a jornalista alertou sobre a importância em realizar o procedimento para detectar o câncer de mama precocemente, aumentar as chances de cura e reduzir a intensidade do tratamento. Na matéria, ela indica que 60% dos casos da doença foram identificados no início, graças ao exame. Crédito:Divulgação/Twitter Elaine Bast (foto) teve diagnóstico de câncer de mama
Em entrevista ao site Notícias da TV, do portal UOL, Elaine contou que uma das pessoas entrevistadas para sua reportagem a ajudou bastante. A mulher já havia passado pelo tratamento e tranquilizou a repórter.
"Tenho 42 anos, dois filhos pequenos, amamentei, não há histórico na minha família de câncer de mama. Não esperava passar por isso. Tive muita sorte em ter descoberto logo no início. Apesar de todos os avanços da medicina nessa área, a palavra ‘câncer’ dá sempre muito medo. Mas aprendi que ela não é uma sentença de morte", relatou.
Elaine contou ainda que retirou toda a mama esquerda e decidiu retirar a direita preventivamente. Ela destacou ter muita sorte em ter um diagnóstico precoce e poder reconstruir as mamas na mesma cirurgia. "Não precisei ver meu corpo mutilado", explicou.
"Tive apoio muito importante da minha família, dos meus amigos, dos meus colegas de trabalho. Eles ajudaram a cuidar da minha alma. E os médicos, a cuidar da minha saúde", acrescentou. A jornalista deve retornar ao trabalho em meados deste mês.





