Repórter da CNN teria recebido instrução de assessor de Hillary Clinton no caso Benghazi

A repórter Elise Labott, correspondente da rede americana CNN sobre assuntos globais, gerou polêmica após alguns de seus e-mails revelarem que ela recebeu instrução de um funcionário do Departamento de Estado dos Estados Unidos referente às suas atividades profissionais.

Atualizado em 30/11/2015 às 13:11, por Redação Portal IMPRENSA.

da rede americana CNN sobre assuntos globais, gerou polêmica após alguns de seus e-mails revelarem que ela recebeu instrução de um funcionário do Departamento de Estado dos Estados Unidos referente às suas atividades profissionais. Crédito:Reprodução Jornalista foi suspensa após comentar notícia De acordo com a Fox News, a jornalista teria recebido mensagens de Philippe Reines, um assessor da então secretária de Estado, Hillary Clinton, enquanto cobria as audiências do Senado em janeiro de 2013. O assessor tratava especificamente sobre o ataque de setembro de 2012 ao consulado americano em Benghazi, na Líbia, que resultou na morte de um embaixador e de outras três pessoas. Os republicanos fizeram duras críticas a ela sobre seu gerenciamento na ocasião. Em um dos e-mails de Reines, ele propõe um tuíte. A jornalista, entretanto, promete entrar em contato mais tarde e, em seguida, escreve que está tudo pronto. Ela teria publicado uma mensagem na rede social com uma citação do discurso de Hillary durante audiência sobre o caso Benghazi. Na semana passada, a jornalista foi suspensa da CNN por divulgar sua opinião pessoal sobre a crise internacional dos refugiados em sua conta no Twitter. "Câmara aprova lei que pode limitar refugiados sírios. Estátua da Liberdade inclina a cabeça na angústia", escreveu.

House passes bill that could limit Syrian refugees. Statue of Liberty bows head in anguish

— Elise Labott (@eliselabottcnn)
Os deputados americanos aprovaram uma lei que iria suspender um programa que permite a entrada de refugiados sírios e iraquianos no país até as principais agências de segurança nacional certificarem que eles não representam risco de segurança.