Repórter da CNN é atingida por uma pedra durante transmissão em Ferguson
Apesar do susto, a jornalista continuou com o noticiário
Atualizado em 25/11/2014 às 09:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
A correspondente Sara Sidner, da rede americana de notícias CNN, foi atingida na cabeça por uma pedra enquanto fazia uma transmissão em Ferguson, nos Estados Unidos, na última segunda-feira (24/11).
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista foi atingida por uma pedra enquanto gravava reportagem em Ferguson
De acordo com o The New York Daily News , apesar do susto, a jornalista continuou no local para passar as últimas informações. Nas imagens, é possível ver o momento do ataque. Após mostrar Sara, o cinegrafista vira a câmera e registra o local onde possivelmente foi lançada a pedra.
"Desculpe, acabei de ser atingida por uma pedra", disse ela ao seguir com o noticiário que falava sobre a decisão do júri do condado de St. Louis de não indiciar o policial Darren Wilson como responsável pela morte a tiros do garoto Michael Brown, de 18 anos.
Outra repórter da CNN foi atacada por um grupo de manifestantes. Sthepanhie Elam e a equipe não conseguiram gravar e tiveram de deixar o local. Em agosto, mês que ocorreu o crime, diversos jornalistas foram detidos enquanto cobriam os protestos na região. Entre eles está outro correspondente do canal, Don Lemon. Nomes como Ryan J. Reilly, do site Huffington Post, e Wesley Lowery, do Washington Post , também figuram a lista.
Assista um trecho do vídeo:
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista foi atingida por uma pedra enquanto gravava reportagem em Ferguson
De acordo com o The New York Daily News , apesar do susto, a jornalista continuou no local para passar as últimas informações. Nas imagens, é possível ver o momento do ataque. Após mostrar Sara, o cinegrafista vira a câmera e registra o local onde possivelmente foi lançada a pedra.
"Desculpe, acabei de ser atingida por uma pedra", disse ela ao seguir com o noticiário que falava sobre a decisão do júri do condado de St. Louis de não indiciar o policial Darren Wilson como responsável pela morte a tiros do garoto Michael Brown, de 18 anos.
Outra repórter da CNN foi atacada por um grupo de manifestantes. Sthepanhie Elam e a equipe não conseguiram gravar e tiveram de deixar o local. Em agosto, mês que ocorreu o crime, diversos jornalistas foram detidos enquanto cobriam os protestos na região. Entre eles está outro correspondente do canal, Don Lemon. Nomes como Ryan J. Reilly, do site Huffington Post, e Wesley Lowery, do Washington Post , também figuram a lista.
Assista um trecho do vídeo:





