Repórter da BBC afirma ter sido espancado durante protestos no Egito
Repórter da BBC afirma ter sido espancado durante protestos no Egito
Atualizado em 28/01/2011 às 18:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Durante a cobertura de uma manifestação que reuniu cerca de 15 mil pessoas no centro da capital do Egito, Cairo, nesta sexta-feira (28), um jornalista da BBC teria sido espancado com barras de ferro pela polícia.
Assad El Sawey afirmou que policiais o detiveram mesmo depois de ter se identificado como repórter e o agrediram. "Quando me prenderam, começaram a me bater com barras de aço, do tipo que se usa aqui para abater animais", afirmou.
Segundo o repórter, ele também foi espancado com cassetetes elétricos e uma dezena de profissionais de imprensa foi presa. "Um grande número de jornalistas estrangeiros estava lá e todos foram levados em boleias de caminhão", relatou.
De acordo com seu depoimento, a força policial foi "muito, muito brutal" e estava atrás de jornalistas, mesmo quando estes ficavam a mais de 300 metros distantes das manifestações.
O repórter só conseguiu escapar da prisão, segundo a BBC Brasil, porque reconheceu um oficial de alta patente e afirmou que precisava de tratamento médico. "Disse que estava sangrando e que iria desmaiar. Primeiro queriam me levar a um hospital do governo, famoso por permitir que a polícia recolha pacientes após o tratamento".
El Sawey teria então se recusado a ser atendido e disse que preferia sangrar até morrer na viatura.
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| Reprodução |
| Sawey sendo entrevistado |
Segundo o repórter, ele também foi espancado com cassetetes elétricos e uma dezena de profissionais de imprensa foi presa. "Um grande número de jornalistas estrangeiros estava lá e todos foram levados em boleias de caminhão", relatou.
De acordo com seu depoimento, a força policial foi "muito, muito brutal" e estava atrás de jornalistas, mesmo quando estes ficavam a mais de 300 metros distantes das manifestações.
O repórter só conseguiu escapar da prisão, segundo a BBC Brasil, porque reconheceu um oficial de alta patente e afirmou que precisava de tratamento médico. "Disse que estava sangrando e que iria desmaiar. Primeiro queriam me levar a um hospital do governo, famoso por permitir que a polícia recolha pacientes após o tratamento".
El Sawey teria então se recusado a ser atendido e disse que preferia sangrar até morrer na viatura.
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