Religioso admite vazamento de documentos sobre finanças do Vaticano para jornalistas
Na última segunda-feira (14/3), durante audiência sobre o processo Vatileaks 2, o monsenhor espanhol Lucio Ángel Vallejo Balda admitiu à Justiça que foi ele quem vazou aos jornalistas Gianluigi Nuzzi e Emiliano Fittipaldi os documentos sigilosos sobre as contas do Vaticano.
Atualizado em 15/03/2016 às 18:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
audiência sobre o processo , o monsenhor espanhol Lucio Ángel Vallejo Balda admitiu à Justiça que foi ele quem vazou aos jornalistas Gianluigi Nuzzi e Emiliano Fittipaldi os documentos sigilosos sobre as contas do Vaticano.
Crédito:Reprodução Religioso confessou que cedeu informações aos jornalistas
Segundo agência Ansa, Balda contou que entregou a Nuzzi cinco páginas com 87 senhas de e-mails da Comissão de Estudos sobre as Atividades Econômicas do Vaticano (Cosea), órgão criado pelo papa Francisco para monitorar as finanças da Santa Sé.
O religioso é acusado de de formação de quadrilha e "subtração e difusão de notícias e documentos reservados". Já os jornalistas, autores de dois livros que falam dos escândalos financeiros da Igreja Católica, são acusados pela difusão desses arquivos, o que é considerado ilegal pelo Vaticano.
A audiência sobre o caso será retomada nesta terça-feira (15/3). Para Fittipaldi, a primeira sessão foi "muito tensa".
Crédito:Reprodução Religioso confessou que cedeu informações aos jornalistas
Segundo agência Ansa, Balda contou que entregou a Nuzzi cinco páginas com 87 senhas de e-mails da Comissão de Estudos sobre as Atividades Econômicas do Vaticano (Cosea), órgão criado pelo papa Francisco para monitorar as finanças da Santa Sé.
O religioso é acusado de de formação de quadrilha e "subtração e difusão de notícias e documentos reservados". Já os jornalistas, autores de dois livros que falam dos escândalos financeiros da Igreja Católica, são acusados pela difusão desses arquivos, o que é considerado ilegal pelo Vaticano.
A audiência sobre o caso será retomada nesta terça-feira (15/3). Para Fittipaldi, a primeira sessão foi "muito tensa".





