Relatório do CPJ revela que 44 jornalistas foram presos na China em 2014
Trata-se do maior número registrado desde 1990, quando começaram os registros.
Atualizado em 17/12/2014 às 18:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um relatório divulgado nesta quarta-feira (17/12) pelo Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) mostrou que 44 profissionais de imprensa estiveram presos na China em 2014. Esse é o maior número de prisões registrado no país desde 1990.
De acordo com o CPJ, o número de jornalistas atrás das grades em 2013 era de 32. Entre os profissionais presos este ano estão o documentarista Shen Yongping, que tentou levantar fundos de forma colaborativa para uma de suas produções; Zhang Miao, da revista alemã Die Zeit , enquanto cobria um protesto pró-democracia em Hong Kong; os editores Guo Zhongxiao e Wang Jianman; Xu Xiao, poeta e editor de cultura na revista Caixin ; e Gau Yu, por vazar documentos secretos do país para sites estrangeiros.
O CPJ afirma que trabalha com familiares, colegas e pessoas próximas dos jornalistas presos para manter esse relatório anualmente atualizado. Apesar disso, o número pode não corresponder à realidade, já que órgãos oficiais não divulgam informações sobre o assunto.
De acordo com o CPJ, o número de jornalistas atrás das grades em 2013 era de 32. Entre os profissionais presos este ano estão o documentarista Shen Yongping, que tentou levantar fundos de forma colaborativa para uma de suas produções; Zhang Miao, da revista alemã Die Zeit , enquanto cobria um protesto pró-democracia em Hong Kong; os editores Guo Zhongxiao e Wang Jianman; Xu Xiao, poeta e editor de cultura na revista Caixin ; e Gau Yu, por vazar documentos secretos do país para sites estrangeiros.
O CPJ afirma que trabalha com familiares, colegas e pessoas próximas dos jornalistas presos para manter esse relatório anualmente atualizado. Apesar disso, o número pode não corresponder à realidade, já que órgãos oficiais não divulgam informações sobre o assunto.





