Relatório da SIP questiona liberdade de imprensa na Venezuela
Sociedade Interamericana de Imprensa apresentou relatórios preliminares em países da América Latina.
Atualizado em 09/03/2015 às 15:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Termina nesta segunda-feira (9/3) a reunião de debates da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) no Panamá. Em relatório preliminar, a entidade manifestou preocupação com a hegemonia do Estado e a fragilidade da liberdade de imprensa na Venezuela.
Crédito:Divulgação Para entidade, governo venezuelano fragilizou a imprensa independente no país
Segundo a Agência O Globo, a SIP também discutiu o controle dos meios de comunicação pelos governos de Venezuela e Bolívia, a censura e a perseguição até ao humor no Equador, a violência na Colômbia e as poucas melhorias em Cuba após a reaproximação com os EUA. A entidade também chamou atenção para os obstáculos enfrentados pelos poucos órgãos independentes no país.
"[Na Venezuela] é quase nulo o acesso à informação em mãos do Estado e se criminaliza toda forma de manifestação social e política dissidente, seja de jornalistas, dirigentes locais, estudantes ou políticos", diz o relatório, cuja versão final deve ser aprovada hoje.
O Brasil recebeu uma avaliação positiva da entidade, onde, segundo o relatório, "a situação da liberdade de expressão melhorou". A entidade diz que, no período avaliado, não foram registrados assassinatos de jornalistas e "houve redução significativa de ataques à imprensa".
A entidade afirma ainda que o presidente do Panamá, Juan Carlos Varela, se comprometeu a atuar como mediador em defesa da liberdade de expressão na América Latina — inclusive apresentando o tema na Cúpula das Américas, que acontece em abril.
Crédito:Divulgação Para entidade, governo venezuelano fragilizou a imprensa independente no país
Segundo a Agência O Globo, a SIP também discutiu o controle dos meios de comunicação pelos governos de Venezuela e Bolívia, a censura e a perseguição até ao humor no Equador, a violência na Colômbia e as poucas melhorias em Cuba após a reaproximação com os EUA. A entidade também chamou atenção para os obstáculos enfrentados pelos poucos órgãos independentes no país.
"[Na Venezuela] é quase nulo o acesso à informação em mãos do Estado e se criminaliza toda forma de manifestação social e política dissidente, seja de jornalistas, dirigentes locais, estudantes ou políticos", diz o relatório, cuja versão final deve ser aprovada hoje.
O Brasil recebeu uma avaliação positiva da entidade, onde, segundo o relatório, "a situação da liberdade de expressão melhorou". A entidade diz que, no período avaliado, não foram registrados assassinatos de jornalistas e "houve redução significativa de ataques à imprensa".
A entidade afirma ainda que o presidente do Panamá, Juan Carlos Varela, se comprometeu a atuar como mediador em defesa da liberdade de expressão na América Latina — inclusive apresentando o tema na Cúpula das Américas, que acontece em abril.





