Relatório da CPI da Espionagem aponta fragilidade do Brasil frente à vigilância
O relatório final do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) para a CPI da Espionagem, apresentado na última quarta-feira (9/4), apontou a fragilidade do Brasil frente à espionagem eletrônica internacional.
Atualizado em 10/04/2014 às 12:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O documento sugere medidas e propostas para a melhoria da segurança cibernética nacional.
Crédito:Agência Brasil Senador entregará relatório que aponta fragilidade do Brasil frente a espionagem
De acordo com Agência Senado, o texto será encaminhado para a Mesa do Senado para conhecimento de todos os senadores e também para diversos órgãos públicos que têm relação com o tema. "A fragilidade do sistema de telecomunicações brasileiro e de nosso sistema de inteligência e defesa cibernética ficou evidente. Estamos muito expostos à espionagem eletrônica", avaliou o senador.
O relatório considera que o Brasil deve desenvolver mecanismos de proteção do conhecimento e de segurança cibernética e sugere investimentos em inteligência e contrainteligência, com esforço especial de tecnologias próprias e nacionais e de quadros capacitados.
O documento propõe uma série de medidas a serem tomadas pelo governo federal para investimentos. Entre elas, mais dinheiro para os serviços secretos, a compra e o desenvolvimento de equipamentos e a capacitação dos profissionais e uma legislação que cuide do setor de inteligência e permita que o pessoal da área atue em defesa do Estado e da sociedade.
Crédito:Agência Brasil Senador entregará relatório que aponta fragilidade do Brasil frente a espionagem
De acordo com Agência Senado, o texto será encaminhado para a Mesa do Senado para conhecimento de todos os senadores e também para diversos órgãos públicos que têm relação com o tema. "A fragilidade do sistema de telecomunicações brasileiro e de nosso sistema de inteligência e defesa cibernética ficou evidente. Estamos muito expostos à espionagem eletrônica", avaliou o senador.
O relatório considera que o Brasil deve desenvolver mecanismos de proteção do conhecimento e de segurança cibernética e sugere investimentos em inteligência e contrainteligência, com esforço especial de tecnologias próprias e nacionais e de quadros capacitados.
O documento propõe uma série de medidas a serem tomadas pelo governo federal para investimentos. Entre elas, mais dinheiro para os serviços secretos, a compra e o desenvolvimento de equipamentos e a capacitação dos profissionais e uma legislação que cuide do setor de inteligência e permita que o pessoal da área atue em defesa do Estado e da sociedade.





