Reino Unido autoriza uso de Twitter por jornalistas em tribunais
Reino Unido autoriza uso de Twitter por jornalistas em tribunais
Atualizado em 20/12/2010 às 12:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
No Reino Unido, repórteres têm prioridade no uso de equipamentos celulares nas salas de audiência de tribunais, desde que não atrapalhem o julgamento. De acordo com a Reuters, os jornalistas que cobrem casos judiciais poderão acessar o Twitter para informar, em tempo real, sobre os acontecimentos do local.
A decisão, provisória, foi divulgada nesta segunda-feira (20), após a cobertura feita pela mídia das audiências do fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange. Segundo Igor Judge, considerado a mais importante autoridade legal britânica, o uso desses equipamentos não tem a possibilidade de "interferir com a administração da própria Justiça".
Na última semana, amigos e profissionais de imprensa que acompanharam a audiência de Assange - que determinaria o direito à liberdade condicional e o pagamento de fiança pelo australiano -, puderam usar dispositivos móveis e acessar o Twitter para relatar o que estava acontecendo. Porém, um juiz havia proibido a utilização desses equipamentos dois dias depois, gerando polêmica.
O fundador do WikiLeaks foi preso em Londres, Inglaterra, no início de dezembro, após ter um mandato de prisão emitido pela Justiça da Suécia. Assange foi acusado de cometer crimes sexuais, mas teve o direito à liberdade condicional concedido pela Alta Corte do Reino Unido, mediante pagamento de fiança de 240 mil libras e garantias de que não deixaria o país.
Atualmente, o serviço de microblog possui quase 100 milhões de usuários e seu valor é superior ao do jornal norte-americano The New York Times ( NYT ). Segundo pesquisa do instituto Business Insider, o Twitter foi avaliado em US$ 3,7 bilhão, quase duas vezes mais que o NYT (US$ 2 bilhões).
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A decisão, provisória, foi divulgada nesta segunda-feira (20), após a cobertura feita pela mídia das audiências do fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange. Segundo Igor Judge, considerado a mais importante autoridade legal britânica, o uso desses equipamentos não tem a possibilidade de "interferir com a administração da própria Justiça".
Na última semana, amigos e profissionais de imprensa que acompanharam a audiência de Assange - que determinaria o direito à liberdade condicional e o pagamento de fiança pelo australiano -, puderam usar dispositivos móveis e acessar o Twitter para relatar o que estava acontecendo. Porém, um juiz havia proibido a utilização desses equipamentos dois dias depois, gerando polêmica.
O fundador do WikiLeaks foi preso em Londres, Inglaterra, no início de dezembro, após ter um mandato de prisão emitido pela Justiça da Suécia. Assange foi acusado de cometer crimes sexuais, mas teve o direito à liberdade condicional concedido pela Alta Corte do Reino Unido, mediante pagamento de fiança de 240 mil libras e garantias de que não deixaria o país.
Atualmente, o serviço de microblog possui quase 100 milhões de usuários e seu valor é superior ao do jornal norte-americano The New York Times ( NYT ). Segundo pesquisa do instituto Business Insider, o Twitter foi avaliado em US$ 3,7 bilhão, quase duas vezes mais que o NYT (US$ 2 bilhões).
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