Demitida após comentar a acusação de que o presidente do México, Felipe Calderón, tinha problemas com alcoolismo, Carmem Aristegui foi readmitida pela empresa Mutivisión, onde apresentava o programa "Noticias MVS".
Carmem baseou seu comentário em um cartaz exibido pelo Partido do Trabalho na Câmara dos Deputados, que dizia: "Você deixaria um bêbado dirigir seu carro? E por que o deixa dirigir o país?". A sessão legislativa chegou a ser suspensa por conta da frase.
A jornalista então comentou o episódio em seu programa e ainda ressaltou que o caso merecia uma declaração oficial da Presidência mexicana. Logo depois, foi dispensada sob a justificativa de ter infringido o "código de ética" da rede.
Seu retorno está marcado para a próxima segunda-feira (21), conforme anunciado pela própria empresa, que sublinhou manter uma "frutífera experiência que significou mais de dois anos de colaboração profissional".
"O contrato que regula esta relação profissional estabelece um processo judicioso para dirimir controvérsias derivadas dos conteúdos transmitidos no espaço radiofônico", explicou a MVS, segundo informa o site do DCI.
"Tanto a empresa como a jornalista Carmen Aristegui reconheceram nos últimos dias a pertinência de colocar em prática esta cláusula para resolver a diferença que levou à suspensão da relação trabalhista", continuou o boletim, que informa que, a partir de agora, o Código de Ética ficará disponível no site da rede para dar visibilidade "às normas do trabalho jornalístico neste espaço".
Também apresentadora pela rede norte-americana CNN, à época de sua dispensa, Carmem classificou a atitude da Multivisión como "feito abominável, autoritário, desmedido e inaceitável", e acusou a Presidência do México de pressionar seus superiores.
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Carmem baseou seu comentário em um cartaz exibido pelo Partido do Trabalho na Câmara dos Deputados, que dizia: "Você deixaria um bêbado dirigir seu carro? E por que o deixa dirigir o país?". A sessão legislativa chegou a ser suspensa por conta da frase.
A jornalista então comentou o episódio em seu programa e ainda ressaltou que o caso merecia uma declaração oficial da Presidência mexicana. Logo depois, foi dispensada sob a justificativa de ter infringido o "código de ética" da rede.
Seu retorno está marcado para a próxima segunda-feira (21), conforme anunciado pela própria empresa, que sublinhou manter uma "frutífera experiência que significou mais de dois anos de colaboração profissional".
"O contrato que regula esta relação profissional estabelece um processo judicioso para dirimir controvérsias derivadas dos conteúdos transmitidos no espaço radiofônico", explicou a MVS, segundo informa o site do DCI.
"Tanto a empresa como a jornalista Carmen Aristegui reconheceram nos últimos dias a pertinência de colocar em prática esta cláusula para resolver a diferença que levou à suspensão da relação trabalhista", continuou o boletim, que informa que, a partir de agora, o Código de Ética ficará disponível no site da rede para dar visibilidade "às normas do trabalho jornalístico neste espaço".
Também apresentadora pela rede norte-americana CNN, à época de sua dispensa, Carmem classificou a atitude da Multivisión como "feito abominável, autoritário, desmedido e inaceitável", e acusou a Presidência do México de pressionar seus superiores.
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