Redação do jornal "O Globo" é alvo de protesto de estudantes no Rio de Janeiro
O prédio onde funciona o jornal O Globo, no centro do Rio de Janeiro, foi alvo de uma manifestação contra o impeachment da presidente Dilma Roussef na última quinta-feira (28/04).
Atualizado em 29/04/2016 às 14:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
jornal O Globo , no centro do Rio de Janeiro, foi alvo de uma manifestação contra o impeachment da presidente Dilma Roussef na última quinta-feira (28/04). O atoem frente à sede do veículo foi organizado por estudantes da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Crédito:Reprodução/ Guilherme Imbassahy / CUCA da UNE Protesto de estudantes na frente do prédio do jornal "O Globo"
Segundo a Folha de S.Paulo , os manifestantes jogaram bolas de tinta nas paredes do edifício e entoaram o coro "o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo". Os estudantes, que durante a manifestação expuseram bandeiras da União Nacional dos Estudantes (UNE), acusam o Grupo Globo de apoiar um golpe de Estado.
O impeachment da presidente tem sido motivo de mobilização por parte da população. Na semana passada, o alvo foi a casa do vice-presidente Michel Temer, no bairro de Alto de Pinheiros, em São Paulo. Na ocasião, membros do movimento Frente Popular picharam o muro da residência do político.
Crédito:Reprodução/ Guilherme Imbassahy / CUCA da UNE Protesto de estudantes na frente do prédio do jornal "O Globo"
Segundo a Folha de S.Paulo , os manifestantes jogaram bolas de tinta nas paredes do edifício e entoaram o coro "o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo". Os estudantes, que durante a manifestação expuseram bandeiras da União Nacional dos Estudantes (UNE), acusam o Grupo Globo de apoiar um golpe de Estado.
O impeachment da presidente tem sido motivo de mobilização por parte da população. Na semana passada, o alvo foi a casa do vice-presidente Michel Temer, no bairro de Alto de Pinheiros, em São Paulo. Na ocasião, membros do movimento Frente Popular picharam o muro da residência do político.
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), e o deputado Jair Bolsonaro (PSC) também já foram lembrados pelo mesmo grupo. O primeiro viu dólares falsos serem atirados contra ele, enquanto o segundo foi atingido por purpurina roxa no rosto.





