Recurso que indica blitz policial no Waze pode ser removido a pedido de xerifes dos EUA

Com receio de que possa haver atentados contra suas vidas, alguns xerifes dos Estados Unidos têm feito campanha contra o aplicativo Waze. A ideia é que o Google, detentor do GPS colaborativo, desative uma de suas funções.

Atualizado em 27/01/2015 às 18:01, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Reprodução Policiais alegam temor de ataques de bandidos para desativação da função
Segundo a agência AP, quem encabeça a campanha defende que ao evidenciar a localização de viaturas policiais, o GPS pode colocar em risco o trabalho dos agentes da lei. O receio é que pessoas mal intencionadas saibam da exata localização dos policiais e possam se deslocar para cometer algum crime.
Em entrevista à agência de notícias, Sergio Kopelev, vice-xerife de um condado ao sul da Califórnia, afirmou que é questão de tempo para que um ataque aconteça, apesar de nenhum incidente tenha sido registrado até o momento.

Na plataforma colaborativa, são os próprios usuários que avisam os demais onde estão localizadas viaturas através do ícone de polícia no mapa. Não há descrição, no entanto, se são de uma blitz, de os oficiais averiguando condutores a respeito de velocidade ou outro tipo de ocorrência.

Para esquentar a discussão, grupos ligados à liberdade civil na internet defendem que o recurso não deve ser removido.