Record nega favorecimento a Bolsonaro na eleição e acusa complô de apoio a Haddad

Acusada de pressionar seus funcionários a produzirem matérias favoráveis ao candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), na cobertura eleitora, a Record TV divulgou nota oficial sobre o assunto.

Atualizado em 26/10/2018 às 10:10, por Redação Portal IMPRENSA.

A empresa negou a prática e afirmou repudiar "de forma veemente as declarações caluniosas, falsas e preconceituosas do candidato Fernando Haddad contra a emissora nas últimas semanas". Crédito:Divulgação

A emissora lembrou seu histórico profissional de mais de 30 anos e acusou outros veículos de comunicação de participarem de um esquema para atacar o Grupo Record com a finalidade de beneficiar Haddad. "A emissora também denuncia a estratégia de alguns veículos de comunicação que claramente apoiam Fernando Haddad e de blogs ligados ao candidato que usam estas mesmas falsas acusações para atacarem a Record TV, o portal R7.com e as empresas do Grupo", contém a declaração.


Segundo a nota, a decisão do pastor Edir Macedo, principal acionista da rede, de apoiar Bolsonaro, anunciada no primeiro turno, não interferiu na emissora.


Leia a íntegra da nota oficial.