Reality show criado por jornalista discutirá política e participação popular na internet
Pessoas comuns vão disputar provas que levarão à elaboração de um projeto de lei de iniciativa popular
Atualizado em 13/07/2015 às 10:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
O , primeiro reality show que propõe reunir pessoas comuns para disputar provas que levarão à elaboração de um projeto de lei de iniciativa popular para ser apresentado ao Congresso Nacional está próximo de sua estreia.
Crédito:Reprodução Jornalista é uma das criadoras do reality que criará projeto de lei
Segundo o Estado de Minas , o programa da ONG Iniciativa Pop Brasil terá duração de três meses e será exibido pela internet com a interação dos usuários. O portal já está no ar para a primeira fase, que consiste na escolha de um tema e na captação de patrocínio. O grupo espera conseguir cerca de R$ 520 mil – já foram captados 30% – para viabilizar o projeto.
Os internautas devem votar em um dos 17 temas disponibilizados no site . Depois de escolhido o assunto, os interessados devem mandar vídeos para expor suas ideias. Serão selecionados 20 participantes para compor cinco equipes com quatro pessoas. Serão eleitos aqueles que conquistarem mais visualizações na rede.
A cada semana, eles terão reuniões, encontros com o corpo de jurados, palestras e tarefas, como visitar regiões para fazer pesquisa de campo sobre o tema que trabalham. As atividades serão gravadas e exibidas ao público.
“A ideia é acionar a democracia participativa, divulgar informações sobre a lei de iniciativa popular para ativar esse mecanismo, que é complicado de usar e precisa de um grande número de assinaturas”, explicou a jornalista e socióloga idealizadora do projeto, Isabelle Anchieta.
De acordo com ela, o Ipop Brasil nasceu para tentar dar um destino prático às demandas dos movimentos contemporâneos de protestos que foram às ruas com várias questões mas não deram continuidade aos temas.
O restante da captação de recursos ocorre via crowdfunding, uma espécie de financiamento coletivo. Segundo Isabelle, ela já recebeu proposta de emissoras para transmitir o reality. O grupo, entretanto, não aceita doações de empresas. A intenção é fechar o orçamento e iniciar a seleção dos participantes em cerca de um mês.
Os participantes não ficarão confinados. Eles devem ir para um hotel em Belo Horizonte (MG) onde terão a hospedagem e a alimentação pagas pela organização. Eles serão remunerados com R$ 3 mil por mês e concorrerão a duas viagens ao exterior com tudo pago – uma para um país exemplar no tema escolhido e uma no sentido oposto – um curso de especialização e 50 livros, além convidados a integrar a ONG Iniciativa Pop Brasil.
O júri será composto pelo juiz Márlon Reis, do Movimento de Combate ao Crime Eleitoral (MCCE), o coordenador das promotorias eleitorais de Minas Gerais, Edson Resende, o cientista político Leonardo Avritzer, a doutoranda em ciência política, Izabela Corrêa, e a cocriadora do reality, doutora em sociologia, Isabelle Anchieta.
A jornalista esclareceu que, a cada semana, os participantes terão um desafio diferente e tudo será registrado. “O primeiro desafio é o consenso. Eles vão ter de montar um projeto único por equipe. Depois vão conhecer realidades de perto, viajar pelo Brasil, fazer estudos de caso e as propostas vão amadurecendo”, explicou.
Os dois grupos que forem classificados para a final terão de conseguir assinaturas em diferentes Estados para viabilizar a apresentação do texto ao Congresso Nacional. Se a proposta for aprovada pela Câmara, serão necessárias 500 mil adesões. Quem conseguir mais vence e, pode ver seu projeto de lei encampado pelos parlamentares.
Crédito:Reprodução Jornalista é uma das criadoras do reality que criará projeto de lei
Segundo o Estado de Minas , o programa da ONG Iniciativa Pop Brasil terá duração de três meses e será exibido pela internet com a interação dos usuários. O portal já está no ar para a primeira fase, que consiste na escolha de um tema e na captação de patrocínio. O grupo espera conseguir cerca de R$ 520 mil – já foram captados 30% – para viabilizar o projeto.
Os internautas devem votar em um dos 17 temas disponibilizados no site . Depois de escolhido o assunto, os interessados devem mandar vídeos para expor suas ideias. Serão selecionados 20 participantes para compor cinco equipes com quatro pessoas. Serão eleitos aqueles que conquistarem mais visualizações na rede.
A cada semana, eles terão reuniões, encontros com o corpo de jurados, palestras e tarefas, como visitar regiões para fazer pesquisa de campo sobre o tema que trabalham. As atividades serão gravadas e exibidas ao público.
“A ideia é acionar a democracia participativa, divulgar informações sobre a lei de iniciativa popular para ativar esse mecanismo, que é complicado de usar e precisa de um grande número de assinaturas”, explicou a jornalista e socióloga idealizadora do projeto, Isabelle Anchieta.
De acordo com ela, o Ipop Brasil nasceu para tentar dar um destino prático às demandas dos movimentos contemporâneos de protestos que foram às ruas com várias questões mas não deram continuidade aos temas.
O restante da captação de recursos ocorre via crowdfunding, uma espécie de financiamento coletivo. Segundo Isabelle, ela já recebeu proposta de emissoras para transmitir o reality. O grupo, entretanto, não aceita doações de empresas. A intenção é fechar o orçamento e iniciar a seleção dos participantes em cerca de um mês.
Os participantes não ficarão confinados. Eles devem ir para um hotel em Belo Horizonte (MG) onde terão a hospedagem e a alimentação pagas pela organização. Eles serão remunerados com R$ 3 mil por mês e concorrerão a duas viagens ao exterior com tudo pago – uma para um país exemplar no tema escolhido e uma no sentido oposto – um curso de especialização e 50 livros, além convidados a integrar a ONG Iniciativa Pop Brasil.
O júri será composto pelo juiz Márlon Reis, do Movimento de Combate ao Crime Eleitoral (MCCE), o coordenador das promotorias eleitorais de Minas Gerais, Edson Resende, o cientista político Leonardo Avritzer, a doutoranda em ciência política, Izabela Corrêa, e a cocriadora do reality, doutora em sociologia, Isabelle Anchieta.
A jornalista esclareceu que, a cada semana, os participantes terão um desafio diferente e tudo será registrado. “O primeiro desafio é o consenso. Eles vão ter de montar um projeto único por equipe. Depois vão conhecer realidades de perto, viajar pelo Brasil, fazer estudos de caso e as propostas vão amadurecendo”, explicou.
Os dois grupos que forem classificados para a final terão de conseguir assinaturas em diferentes Estados para viabilizar a apresentação do texto ao Congresso Nacional. Se a proposta for aprovada pela Câmara, serão necessárias 500 mil adesões. Quem conseguir mais vence e, pode ver seu projeto de lei encampado pelos parlamentares.





