Reajuste proposto por entidade patronal vai para plebiscito
A quinta rodada de negociações com patrões de jornais e revistas da capital para o reajuste salarial apresentou aumento nos índices
Atualizado em 20/07/2011 às 11:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
A quinta rodada de negociações com patrões de jornais e revistas da capital paulista, referente ao reajuste salarial, determinou um aumento na proposta - 6,5% para salários até R$ 10 mil e 5,5% para acima deste valor. Ainda assim, é vista como inferior às necessidades da categoria, informa o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. A sessão foi realizada na última terça-feira (19), em São Paulo.
Os empresários aceitaram o aumento, o que representa uma melhoria na oferta anterior, em que eram previstas três faixas de aumento. O novo cálculo, apresentado durante as negociações da última terça-feira, sugere a reposição salarial pelo nível de inflação (INPC) - e abaixo dele para os que ganham acima de R$ 10 mil. Além disso, os empresários querem aplicar o índice de 6,5% (que praticamente só repõe a inflação, de 6,44%) sobre itens econômicos como PLR e auxílio creche.
As editoras da capital vão submeter o reajuste para votação, em um plebiscito que será realizado em dias e horários ainda não definidos. Todos os jornalistas podem votar, mesmo os que não são filiados ao sindicato. Estes devem apresentar carteira da empresa onde trabalham ou mostrar crachá da FENAJ.
Para o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, José Augusto Camargo, os proprietários de jornais e revistas podem melhorar a oferta, porque o faturamento das empresas apresenta crescimento e expansão de tiragens. "A proposta está abaixo dos anseios dos jornalistas que exigem aumento real no salário, no piso e melhorias na PLR. Sem estas condições, os jornalistas não aprovarão nenhum acordo, pois esta proposta é ainda inferior a que foi sancionada no ano passado, quando houve aumento real de 0,5% para o piso, e valores escalonados para os demais honorários, mas todos acima da inflação", disse.
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Os empresários aceitaram o aumento, o que representa uma melhoria na oferta anterior, em que eram previstas três faixas de aumento. O novo cálculo, apresentado durante as negociações da última terça-feira, sugere a reposição salarial pelo nível de inflação (INPC) - e abaixo dele para os que ganham acima de R$ 10 mil. Além disso, os empresários querem aplicar o índice de 6,5% (que praticamente só repõe a inflação, de 6,44%) sobre itens econômicos como PLR e auxílio creche.
As editoras da capital vão submeter o reajuste para votação, em um plebiscito que será realizado em dias e horários ainda não definidos. Todos os jornalistas podem votar, mesmo os que não são filiados ao sindicato. Estes devem apresentar carteira da empresa onde trabalham ou mostrar crachá da FENAJ.
Para o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, José Augusto Camargo, os proprietários de jornais e revistas podem melhorar a oferta, porque o faturamento das empresas apresenta crescimento e expansão de tiragens. "A proposta está abaixo dos anseios dos jornalistas que exigem aumento real no salário, no piso e melhorias na PLR. Sem estas condições, os jornalistas não aprovarão nenhum acordo, pois esta proposta é ainda inferior a que foi sancionada no ano passado, quando houve aumento real de 0,5% para o piso, e valores escalonados para os demais honorários, mas todos acima da inflação", disse.
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