Rafinha Bastos critica medição de audiência do Ibope
O apresentador Rafinha Bastos, em entrevista à Folha de S.Paulo, criticou a forma como o Ibope mede a audiência e falou sobre sua voltaà Band após dois anos.
Atualizado em 22/08/2013 às 16:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
entrevista à Folha de S.Paulo , criticou a forma como o Ibope mede a audiência e falou sobre sua volta à Band após dois anos.
Crédito:Divulgação Jornalista diz que medição da audiência prejudica conteúdo da TV
"Já tinham me chamado no ano passado para 'A Liga', mas eu estava com projeto na internet e na TV paga", disse Rafinha.
O apresentador também fala do fracasso que foi sua tentativa de emplacar com a versão nacional do "Saturday Night Live", na RedeTV!. "Com esse estigma do ibope do 'SNL', acompanhado toda semana, veio o lance de ver 'o quão no fundo do poço eu iria'", disse.
Rafinha critica o fato de o Ibope não medir o público de conteúdo gravado e da internet. "Não é interesse da Globo ter essa medição de gravados. O que faz a roda girar é audiência tempo real, os 30 segundos do intervalo", afirma.
Ele ainda diz que é justamente essa medição de audiência que faz a qualidade da televisão brasileira cair tanto. "Você tem de atrair o cara na hora, aí entra o mórbido, as bundas, é triste", afirma.
Crédito:Divulgação Jornalista diz que medição da audiência prejudica conteúdo da TV
"Já tinham me chamado no ano passado para 'A Liga', mas eu estava com projeto na internet e na TV paga", disse Rafinha.
O apresentador também fala do fracasso que foi sua tentativa de emplacar com a versão nacional do "Saturday Night Live", na RedeTV!. "Com esse estigma do ibope do 'SNL', acompanhado toda semana, veio o lance de ver 'o quão no fundo do poço eu iria'", disse.
Rafinha critica o fato de o Ibope não medir o público de conteúdo gravado e da internet. "Não é interesse da Globo ter essa medição de gravados. O que faz a roda girar é audiência tempo real, os 30 segundos do intervalo", afirma.
Ele ainda diz que é justamente essa medição de audiência que faz a qualidade da televisão brasileira cair tanto. "Você tem de atrair o cara na hora, aí entra o mórbido, as bundas, é triste", afirma.





