Radialista é morto a tiros dentro de emissora no sudoeste do Paraná
O radialista João Valdecir de Borba, mais conhecido como Valdão, foi morto a tiros na noite da última quinta-feira (10/3) dentro da Rádio Difusora AM, em São Jorge do Oeste, localizada no sudoeste do Paraná.
Atualizado em 11/03/2016 às 10:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Valdecir de Borba, mais conhecido como Valdão, foi morto a tiros na noite da última quinta-feira (10/3) dentro da Rádio Difusora AM, em São Jorge do Oeste, localizada no sudoeste do Paraná.
Crédito:Reprodução/Facebook Radialista morreu após ser baleado no abdômen
De acordo com o G1, a Polícia Militar informou que duas pessoas participaram do crime, mas elas ainda não foram identificadas. O corpo do radialista será velado nesta sexta (11/3), a partir das 10h, na Casa Mortuária do município e enterrado no Cemitério Municipal de São Jorge do Oeste.
A coordenadora de equipe da Difusora AM, Eliziane Conter, relatou que Borba estava comandando um programa de músicas e, por volta das 21h, foi chamado na porta da rádio. “Como a porta de entrada da rádio fica trancada durante a noite, acreditamos que ele abriu para atender quem o chamou. Não há marca de arrombamento na porta. Assim que ele abriu foi atingido na altura do abdômen”, contou.
João Valdecir de Borba trabalhava na empresa há dez anos e apresentava programas de músicas sertanejas em três períodos do dia. Ele era casado e tinha dois filhos. “Nós não conseguimos entender esse crime brutal, ele era uma pessoa do bem, tinha boa convivência social, sempre muito atencioso com os colegas. Estamos todos muito tristes”, disse Eliziane.
Em nota, a Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná lembrou que a morte do radialista ocorreu no mesmo dia em que entidades de imprensa levaram ao governo federal preocupações quanto à violência contra os jornalistas.
Para o presidente da Aerp, Alexandre Barros, o próprio perfil do rádio acaba se tornando um agravante em meio aos atos hostis. “Justamente por seu imediatismo, linguagem direta e proximidade junto às comunidades, o rádio desenvolve uma atuação social muito mais forte que outros veículos. Isso faz com que a repercussão de seus conteúdos tenha um grande peso na opinião pública”, ponderou.
Crédito:Reprodução/Facebook Radialista morreu após ser baleado no abdômen
De acordo com o G1, a Polícia Militar informou que duas pessoas participaram do crime, mas elas ainda não foram identificadas. O corpo do radialista será velado nesta sexta (11/3), a partir das 10h, na Casa Mortuária do município e enterrado no Cemitério Municipal de São Jorge do Oeste.
A coordenadora de equipe da Difusora AM, Eliziane Conter, relatou que Borba estava comandando um programa de músicas e, por volta das 21h, foi chamado na porta da rádio. “Como a porta de entrada da rádio fica trancada durante a noite, acreditamos que ele abriu para atender quem o chamou. Não há marca de arrombamento na porta. Assim que ele abriu foi atingido na altura do abdômen”, contou.
João Valdecir de Borba trabalhava na empresa há dez anos e apresentava programas de músicas sertanejas em três períodos do dia. Ele era casado e tinha dois filhos. “Nós não conseguimos entender esse crime brutal, ele era uma pessoa do bem, tinha boa convivência social, sempre muito atencioso com os colegas. Estamos todos muito tristes”, disse Eliziane.
Em nota, a Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná lembrou que a morte do radialista ocorreu no mesmo dia em que entidades de imprensa levaram ao governo federal preocupações quanto à violência contra os jornalistas.
Para o presidente da Aerp, Alexandre Barros, o próprio perfil do rádio acaba se tornando um agravante em meio aos atos hostis. “Justamente por seu imediatismo, linguagem direta e proximidade junto às comunidades, o rádio desenvolve uma atuação social muito mais forte que outros veículos. Isso faz com que a repercussão de seus conteúdos tenha um grande peso na opinião pública”, ponderou.





