“Quem não gosta, não entende”, diz diretora de marketing do “Lulu”

A criadora do aplicativo “Lulu”, Alexandra Chong, e a diretora de marketing da empresa, Deborah Singer, vieram ao Brasil nesta semana para marcar oficialmente a estreia local do app.

Atualizado em 29/11/2013 às 18:11, por Redação Portal IMPRENSA.

Durante a passagem, Deborah falou sobre a repercussão da ferramenta no país.
"Lulu" é um aplicativo que permite que mulheres, conectadas através do Facebook, façam comentários anônimos no perfil de homens que conhecem ou não.
De acordo com o UOL, Deborah acredita que Brasil é o um mercado propício para a propagação desse tipo de ferramenta, pois a adesão às redes sociais, tanto por parte de mulheres quanto de homens, é muito grande. "Sabíamos que o aplicativo faria sucesso no Brasil, mas não tão rápido", afirmou.
Sem revelar o número de downloads do app, a diretora de marketing disse que muitas usuárias brasileiras acessam o programa cerca de nove vezes ao dia e garantiu que nos Estados Unidos a quantidade de acessos é menor. Ela diz que o objetivo da ferramenta não é só conquistar as usuárias, mas mantê-las.
A diretora não quis comentar um processo aberto no Brasil por um usuário insatisfeito, mas enfatizou que o programa funciona de acordo com as leis dos Estados Unidos e agora do Brasil. "Se alguém não gosta, é porque não entendeu como a ferramenta funciona", diz Deborah, acrescentando que os homens podem bloquear seus perfis para não serem avaliados.