PT-MG acusa portais de campanha patrocinada para candidato do PSDB no Facebook
Solicitação feita pela campanha do candidato a governador em Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), questiona patrocínio do site no Facebook.
Atualizado em 10/09/2014 às 13:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Justiça Eleitoral negou uma liminar solicitada pela campanha do candidato a governador pelo Partido dos Trabalhadores em Minas Gerais, Fernando Pimentel, que acusava o site de notícias BHaz e o Minha Minas de supostamente burlar a proibição de veicular propaganda paga na internet.
Crédito:Divulgação Candidato do PT (foto) acusa sites de apoiarem candidato do PSDB
Segundo a Folha de S.Paulo , o juiz responsável pelo caso pede provas dos materiais que estariam veiculando como conteúdos patrocinados na rede social. "Não há qualquer dispositivo legal que proíba o impulsionamento de matérias jornalísticas ou de opinião", diz o magistrado Paulo Rogério Abrantes.
A denúncia aponta uma ligação dos portais com a campanha do candidato do Partido Social Democrata Brasileiro ao governo de Minas, Pimenta da Veiga. Ambos são registrados pela Satis, empresa de Pedro Guadalupe responsável pela criação, planejamento e desenvolvimento de conteúdos das páginas da Coligação Todos por Minas, que pagou R$ 193.334 mil pelos trabalhos.
O valor mencionado foi registrado na primeira prestação de contas apresentada pelo candidato. "A campanha não tem responsabilidade sobre o conteúdo dos sites e páginas em redes sociais sob administração da referida empresa", respondeu a equipe tucana. Neste momento, os petistas mineiros colhem exemplos como um texto veiculado na última segunda-feira (8/9) como .
Na postagem, havia uma reportagem da BHaz, com o título " ". A coluna retrata da existência de um mecanismo para exterminar cães e gatos de rua. O método, existente há décadas, continuou durante a gestão do petista na prefeitura.
Na avaliação da campanha de Pimentel, a promoção de links patrocinados com conteúdos com esse tipo de conteúdo configura como compra de propaganda política na internet, o que não é permitido pela lei eleitoral. Tal recurso é utilizado constantemente por anunciantes que desejam ampliar as visualizações de um conteúdo no Facebook. Procurado, Guadalupe não respondeu a reportagem.
Nesta quarta-feira (10/9), o PT-MG divulgou pelo um sobre o caso.
Crédito:Divulgação Candidato do PT (foto) acusa sites de apoiarem candidato do PSDB
Segundo a Folha de S.Paulo , o juiz responsável pelo caso pede provas dos materiais que estariam veiculando como conteúdos patrocinados na rede social. "Não há qualquer dispositivo legal que proíba o impulsionamento de matérias jornalísticas ou de opinião", diz o magistrado Paulo Rogério Abrantes.
A denúncia aponta uma ligação dos portais com a campanha do candidato do Partido Social Democrata Brasileiro ao governo de Minas, Pimenta da Veiga. Ambos são registrados pela Satis, empresa de Pedro Guadalupe responsável pela criação, planejamento e desenvolvimento de conteúdos das páginas da Coligação Todos por Minas, que pagou R$ 193.334 mil pelos trabalhos.
O valor mencionado foi registrado na primeira prestação de contas apresentada pelo candidato. "A campanha não tem responsabilidade sobre o conteúdo dos sites e páginas em redes sociais sob administração da referida empresa", respondeu a equipe tucana. Neste momento, os petistas mineiros colhem exemplos como um texto veiculado na última segunda-feira (8/9) como .
Na postagem, havia uma reportagem da BHaz, com o título " ". A coluna retrata da existência de um mecanismo para exterminar cães e gatos de rua. O método, existente há décadas, continuou durante a gestão do petista na prefeitura.
Na avaliação da campanha de Pimentel, a promoção de links patrocinados com conteúdos com esse tipo de conteúdo configura como compra de propaganda política na internet, o que não é permitido pela lei eleitoral. Tal recurso é utilizado constantemente por anunciantes que desejam ampliar as visualizações de um conteúdo no Facebook. Procurado, Guadalupe não respondeu a reportagem.
Nesta quarta-feira (10/9), o PT-MG divulgou pelo um sobre o caso.





