PT baiano processará "Veja" por denúncia de desvio de recursos públicos
Dinheiro era destinado à construção de habitações populares e foi direcionado para financiar as candidaturas do partido
Atualizado em 22/09/2014 às 11:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
O deputado federal Nelson Pelegrino (PT-BA), o senador Walter Pinheiro (PT-BA) e o candidato ao governo da Bahia Rui Costa (PT) afirmaram que vão processar a revista Veja por promover calúnia e difamação.
Crédito:Divulgação Nelson Pelegrino, Walter Pinheiro e Rui Costa vão acionar revista após denúncia de corrupção
Em sua última edição, a revista denuncia que os políticos teriam sido supostamente beneficiados em esquema de desvio de recursos públicos para abastecer a campanha do PT para a prefeitura de Salvador em 2008 por meio da ONG Instituto Brasil.
Segundo o blog Terra Magazine, a informação foi denunciada pela ex-presidente da organização, Dalva Sele, que disse à revista que a entidade foi criada na intenção de desviar recursos do Fundo Nacional de Combate à Pobreza.
A Veja informa que foram desviados R$ 6 milhões da ONG para a campanha petista à época, cujo candidato era o senador Walter Pinheiro. A instituição também teria sido contratada por R$ 17,9 milhões pelo governo federal para a construção de 1.120 casas populares com dinheiro do fundo, mas parte dos recursos foi desviado.
Em nota, Nelson Pelegrino disse que a denúncia é mentirosa e sem provas, com o intuito de afetar a candidatura de Rui Costa para o governo da Bahia. Para Pelegrino, "trata-se de armação pré-eleitoral, prática infelizmente antiga no nosso País. Todo mundo sabe à quem a Veja presta serviço", acrescentou a assessoria do político na nota.
Rui Costa também informou que acionará a publicação e a ex-presidente da ONG na Justiça. "Envolver meu nome neste assunto faz parte de uma estratégia leviana e suja. Agora, eu quero que provem o meu envolvimento neste caso. É um desafio", alegou.
Já o senador Walter Pinheiro reiterou que em sete campanhas que fez nunca teve contato com a ex-presidente da entidade. "Ela não pode ver um monte de injúria com meu nome", disse. "A denúncia mostra o desespero dos partidos de oposição com o crescimento da nossa candidatura. desafio qualquer um a provar minha relação com o caso", acrescentou Jacques Wagner.
Crédito:Divulgação Nelson Pelegrino, Walter Pinheiro e Rui Costa vão acionar revista após denúncia de corrupção
Em sua última edição, a revista denuncia que os políticos teriam sido supostamente beneficiados em esquema de desvio de recursos públicos para abastecer a campanha do PT para a prefeitura de Salvador em 2008 por meio da ONG Instituto Brasil.
Segundo o blog Terra Magazine, a informação foi denunciada pela ex-presidente da organização, Dalva Sele, que disse à revista que a entidade foi criada na intenção de desviar recursos do Fundo Nacional de Combate à Pobreza.
A Veja informa que foram desviados R$ 6 milhões da ONG para a campanha petista à época, cujo candidato era o senador Walter Pinheiro. A instituição também teria sido contratada por R$ 17,9 milhões pelo governo federal para a construção de 1.120 casas populares com dinheiro do fundo, mas parte dos recursos foi desviado.
Em nota, Nelson Pelegrino disse que a denúncia é mentirosa e sem provas, com o intuito de afetar a candidatura de Rui Costa para o governo da Bahia. Para Pelegrino, "trata-se de armação pré-eleitoral, prática infelizmente antiga no nosso País. Todo mundo sabe à quem a Veja presta serviço", acrescentou a assessoria do político na nota.
Rui Costa também informou que acionará a publicação e a ex-presidente da ONG na Justiça. "Envolver meu nome neste assunto faz parte de uma estratégia leviana e suja. Agora, eu quero que provem o meu envolvimento neste caso. É um desafio", alegou.
Já o senador Walter Pinheiro reiterou que em sete campanhas que fez nunca teve contato com a ex-presidente da entidade. "Ela não pode ver um monte de injúria com meu nome", disse. "A denúncia mostra o desespero dos partidos de oposição com o crescimento da nossa candidatura. desafio qualquer um a provar minha relação com o caso", acrescentou Jacques Wagner.





