Promotoria egípcia pede pena máxima para jornalistas da Al-Jazeera
Profissionais são acusados de apoiar a Irmandade Muçulmana.
Atualizado em 06/06/2014 às 10:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Promotoria do Egito pediu pena máxima contra os jornalistas do canal árabe Al-Jazeera presos no país. Os advogados dos profissionais estimaram que a equipe deve pegar penas entre 15 e 45 anos de reclusão.
Crédito:Reprodução/EPA Equipe da emissora pode pegar de 15 a 45 anos de reclusão Os jornalistas, que estão detidos há cinco meses, são acusados de apoiar a Irmandade Muçulmana, qualificada como uma organização terrorista no país. Ao todo, 16 pessoas são acusadas no processo.
De acordo com a agência ANSA, na próxima quarta-feira (11/6), será realizada uma audiência do processo contra o jornalista Abdallah El-Shamy, preso em agosto de 2013 enquanto cobria a expulsão da Irmandade Muçulmana da Praça Rabaa Al-Adawiya, no Cairo.
A audiência deveria ter ocorrido na última quinta (5/6), mas foi adiada, pois o profissional está no hospital. El-Shamy também é acusado de tentativa de homicídio.
Crédito:Reprodução/EPA Equipe da emissora pode pegar de 15 a 45 anos de reclusão Os jornalistas, que estão detidos há cinco meses, são acusados de apoiar a Irmandade Muçulmana, qualificada como uma organização terrorista no país. Ao todo, 16 pessoas são acusadas no processo.
De acordo com a agência ANSA, na próxima quarta-feira (11/6), será realizada uma audiência do processo contra o jornalista Abdallah El-Shamy, preso em agosto de 2013 enquanto cobria a expulsão da Irmandade Muçulmana da Praça Rabaa Al-Adawiya, no Cairo.
A audiência deveria ter ocorrido na última quinta (5/6), mas foi adiada, pois o profissional está no hospital. El-Shamy também é acusado de tentativa de homicídio.





