Promotoria egípcia acusa jornalistas da Al Jazeera por notícias "falsas" sobre o país
Três jornalistas da Al Jazeera, presos no Egito em dezembro de 2013, foram acusados de publicar notícias "falsas e emitir propaganda pr
Atualizado em 17/01/2014 às 13:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Três jornalistas da Al Jazeera, presos no Egito em dezembro de 2013, foram acusados de publicar notícias "falsas e emitir propaganda prejudicial para a segurança do país", segundo as investigações da Promotoria divulgadas pela agência estatal Mena.
Crédito:Reprodução Peter Greste é um dos jornalistas acusados de servir à Irmandade Muçulmana
De acordo com a EFE, a Promotoria garantiu que o australiano Peter Greste, o egípcio com passaporte canadense Mohammed Fahmy e Baher Mohammed, também do Egito, "arranjavam cenas sobre o que ocorre para pôr à comunidade internacional contra Cairo" e apresentar o país como se estivesse "em guerra civil".
O órgão também considerou que os profissionais pretendiam servir aos interesses da Irmandade Muçulmana, conforme as instruções que chegavam da redação central da emissora, em Doha, e prorrogou a detenção de 15 dias dos jornalistas.
Além deles, permanecem detidos o câmera Mohammed Badr, também da Al Jazeera, baseado no Egito, e Abdallah al Shami, do canal em árabe. A emissora solicitou a libertação imediata de seus funcionários.
Crédito:Reprodução Peter Greste é um dos jornalistas acusados de servir à Irmandade Muçulmana
De acordo com a EFE, a Promotoria garantiu que o australiano Peter Greste, o egípcio com passaporte canadense Mohammed Fahmy e Baher Mohammed, também do Egito, "arranjavam cenas sobre o que ocorre para pôr à comunidade internacional contra Cairo" e apresentar o país como se estivesse "em guerra civil".
O órgão também considerou que os profissionais pretendiam servir aos interesses da Irmandade Muçulmana, conforme as instruções que chegavam da redação central da emissora, em Doha, e prorrogou a detenção de 15 dias dos jornalistas.
Além deles, permanecem detidos o câmera Mohammed Badr, também da Al Jazeera, baseado no Egito, e Abdallah al Shami, do canal em árabe. A emissora solicitou a libertação imediata de seus funcionários.





