Promotoria apela contra liberdade concedida ao fundador do Megaupload
A promotoria neozelandesa recorreu nesta terça-feira (28/2) da decisão que concedeu liberdade condicional ao fundador do site Megaupload, Kim Schmitz, conhecido também como "Dotcom", cuja extradição é requisitada pelos Estados Unidos por suposta pirataria digital.
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A promotora que representa o governo norte-americano, Anne Toohey, disse na última segunda-feira (27/2) que o tratado de extradição entre Washington e Berlim inclui uma cláusula que permite à Alemanha processar cidadãos americanos em território alemão, segundo a emissora Newstalk ZB. Além disso, Anne também lembrou que Schmitz tem dois passaportes com diferentes identidades e acesso a fundos que não foram confiscados.
Já o advogado de Schmitz, Paul Davison, rebateu afirmando que não existe risco algum de seu cliente fugir da Nova Zelândia.
Após dois pedidos de liberdade condicional negados, um juiz do tribunal do distrito de North Shore enfim a concedeu a “Dotcom”, mas com uma série de condições, incluindo vigilância eletrônica, proibição de acessar a internet e usar seu helicóptero pessoal. O alemão também não poderá se afastar por mais de 80 quilômetros de sua propriedade.
Com informações da Reuters.






