Promotores pedem prisão de jornalista acusado de difamar presidente sul-coreana
Promotores sul-coreanos pediram uma pena 18 meses de prisão para o jornalista jornalista japonêsTatsuya Kato, acusado de difamar a presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye.
Atualizado em 20/10/2015 às 17:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
18 meses de prisão para o jornalista jornalista japonês , acusado de difamar a presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye. Ele teria divulgado rumores de que ela esteve ausente durante o naufrágio de um ferryboat no ano passado por estar num "encontro íntimo" com um ex-assessor.
Crédito:Reprodução Jornalista pode ser condenado a 18 meses de prisão
Segundo AP, os promotores alegam que o repórter do jornal Sankei Shimbun não fez esforços para apurar se o rumores sobre a presidente eram verdadeiros antes de publicar a matéria, em agosto de 2014.
O advogado, no entanto, afirma que o jornalista serviu ao interesse público ao relatar o paradeiro da presidente durante o acidente. A sentença de Kato foi marcada para 26 de novembro
Kato foi indiciado em outubro do ano passado após seu artigo informar que Park estaria num encontro amoroso durante a crise gerada pelo acidente que resultou na morte de mais de 300 passageiros da embarcação. A presidente e o governo sul-coreano foram criticados pelo fracasso na operação de resgate e e mídia do país insistiu em questionar porque a chefe de Estado teria desaparecido no dia desastre.
A acusação do jornalista japonês levantou questões sobre a liberdade de imprensa na Coreia do Sul. Críticos ao governo acusaram a Park de reprimir os jornalistas numa tentativa de controlar a sua imagem na imprensa.
A ONG Repórteres sem Fronteiras pediu ao tribunal sul-coreano que evite que Kato seja condenado à prisão. "Processar um jornalista para questionar as ações da presidente é inconcebível em um estado que se considera uma democracia", disse Benjamin Ismail, chefe do escritório da Ásia-Pacífico do grupo.
Crédito:Reprodução Jornalista pode ser condenado a 18 meses de prisão
Segundo AP, os promotores alegam que o repórter do jornal Sankei Shimbun não fez esforços para apurar se o rumores sobre a presidente eram verdadeiros antes de publicar a matéria, em agosto de 2014.
O advogado, no entanto, afirma que o jornalista serviu ao interesse público ao relatar o paradeiro da presidente durante o acidente. A sentença de Kato foi marcada para 26 de novembro
Kato foi indiciado em outubro do ano passado após seu artigo informar que Park estaria num encontro amoroso durante a crise gerada pelo acidente que resultou na morte de mais de 300 passageiros da embarcação. A presidente e o governo sul-coreano foram criticados pelo fracasso na operação de resgate e e mídia do país insistiu em questionar porque a chefe de Estado teria desaparecido no dia desastre.
A acusação do jornalista japonês levantou questões sobre a liberdade de imprensa na Coreia do Sul. Críticos ao governo acusaram a Park de reprimir os jornalistas numa tentativa de controlar a sua imagem na imprensa.
A ONG Repórteres sem Fronteiras pediu ao tribunal sul-coreano que evite que Kato seja condenado à prisão. "Processar um jornalista para questionar as ações da presidente é inconcebível em um estado que se considera uma democracia", disse Benjamin Ismail, chefe do escritório da Ásia-Pacífico do grupo.





