Profissionais de comunicação denunciam intimidação do "Clarín" contra repórter
Jornalistas e membros da política denunciaram nesta terça-feira (21/7) a atitude abusiva e de intimidação do grupo Clarín con
Atualizado em 21/07/2015 às 14:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Jornalistas e membros da política denunciaram nesta terça-feira (21/7) a atitude abusiva e de intimidação do contra o jornalista e apresentador Victor Hugo Morales. A casa do repórter foi alvo de uma ação de penhora judicial.
Crédito:Arquivo pessoal Victor Hugo Morales teve a casa penhorada por processo contra a Cablevision
De acordo com a agência Prensa Latina, mais de 770 assinaturas acompanham um comunicado do grupo de Comunicadores Argentinos (Comuna) que condena o ataque sofrido pelo jornalista e sua família. Os signatários do documento também alegam que a justiça local está manipulando fatos e agindo a favor de grandes corporações.
Entre os que contribuíram com assinaturas estão presentes importantes profissionais da comunicação argentina, como Telma Luzanni, Carlos Raimundi, Hugo Muleiro, Ricardo Forster e Carlos Barragán. A Comuna diz que se solidariza com Morales e considera que o ataque foi realizado por um grupo com poder de mídia.
Algumas pessoas acham que o ato do Clarín contra o jornalista é um acerto de contas pelas críticas feitas por ele ao monopólio dos meios de comunicação e pela ligação do jornal com a última ditadura no país.
O golpe acontece em meio a um processo judicial que envolve a empresa Cablevision e Morales. Em 2000, o jornalista exibiu em seu programa um trecho de uma partida de futebol que, segundo a justiça, só as TVs por assinatura tinham direito de transmissão.
O comunicado da Comuna afirma também que os juízes que fizeram Morales indenizar a Cablevision são os mesmos que aprovaram uma dívida irregular do grupo Clarín.
Crédito:Arquivo pessoal Victor Hugo Morales teve a casa penhorada por processo contra a Cablevision
De acordo com a agência Prensa Latina, mais de 770 assinaturas acompanham um comunicado do grupo de Comunicadores Argentinos (Comuna) que condena o ataque sofrido pelo jornalista e sua família. Os signatários do documento também alegam que a justiça local está manipulando fatos e agindo a favor de grandes corporações.
Entre os que contribuíram com assinaturas estão presentes importantes profissionais da comunicação argentina, como Telma Luzanni, Carlos Raimundi, Hugo Muleiro, Ricardo Forster e Carlos Barragán. A Comuna diz que se solidariza com Morales e considera que o ataque foi realizado por um grupo com poder de mídia.
Algumas pessoas acham que o ato do Clarín contra o jornalista é um acerto de contas pelas críticas feitas por ele ao monopólio dos meios de comunicação e pela ligação do jornal com a última ditadura no país.
O golpe acontece em meio a um processo judicial que envolve a empresa Cablevision e Morales. Em 2000, o jornalista exibiu em seu programa um trecho de uma partida de futebol que, segundo a justiça, só as TVs por assinatura tinham direito de transmissão.
O comunicado da Comuna afirma também que os juízes que fizeram Morales indenizar a Cablevision são os mesmos que aprovaram uma dívida irregular do grupo Clarín.
“A medida do Poder Judicial é um claro ataque à liberdade de expressão para legalizar uma ação maior do conglomerado de mídia privada na argentina”, diz um trecho do documento.





