Procurador-geral quer impeachment de prefeito suspeito por morte de jornalista no México
O procurador-geral do estado mexicano de Veracruz, Luis Ángel Bravo, pediu o impeachment do prefeito do município de Medellín, Omar Cruz Reyes, por sua suposta responsabilidade como mandante do sequestro e assassinato do jornalista José Moisés Sánchez Cerezo.
Atualizado em 27/01/2015 às 19:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
de Veracruz, Luis Ángel Bravo, pediu o impeachment do prefeito do município de Medellín, Omar Cruz Reyes, por sua suposta responsabilidade como mandante do sequestro e assassinato do jornalista José Moisés Sánchez Cerezo.
Crédito:Reprodução Prefeito é acusado de ser o mandante do sequestro e morte do jornalista
De acordo com a BBC, em coletiva de imprensa na última segunda-feira (26/01), Bravo disse que o ex-policial Clemente Noé Rodríguez Martínez foi detido como participante no crime, sob ordem Martín López Meneses, vice-diretor da polícia municipal de Medellín. Ele era motorista e segurança particular de Reyes. O procurador-geral afirmou que que vai investigar a possível responsabilidade do prefeito no crime.
Cerezo, de 49 anos, era editor e dono do jornal La Unión, de Medellín. Ele foi morto no mesmo dia de seu sequestro, em 2 de janeiro. Seu corpo foi encontrado no domingo (25/01) após a confissão de um ex-policial detido durante as investigações. Ele estava enrolado num saco plástico preto no município de Manilo Fabio Altamirano. Segundo Bravo, o corpo estava desfigurado a ponto de ser impossível reconhecê-lo e a identidade da vítima só foi confirmada por meio de uma digital.
SIP condena assassinato A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) condenou o assassinato do jornalista e exigiu que as autoridades apliquem "de maneira exemplar" a justiça aos autores materiais e intelectuais do crime.
Em comunicado, o presidente da entidade, Gustavo Mohme, expressou sua solidariedade com os familiares e colegas do jornalista. Já o presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação da SIP, Claudio Paolillo, alertou para "a violência e os riscos que se expõe os jornalistas no México" e destacou que os mecanismos de proteção da imprensa precisam ser eficientes.
Crédito:Reprodução Prefeito é acusado de ser o mandante do sequestro e morte do jornalista
De acordo com a BBC, em coletiva de imprensa na última segunda-feira (26/01), Bravo disse que o ex-policial Clemente Noé Rodríguez Martínez foi detido como participante no crime, sob ordem Martín López Meneses, vice-diretor da polícia municipal de Medellín. Ele era motorista e segurança particular de Reyes. O procurador-geral afirmou que que vai investigar a possível responsabilidade do prefeito no crime.
Cerezo, de 49 anos, era editor e dono do jornal La Unión, de Medellín. Ele foi morto no mesmo dia de seu sequestro, em 2 de janeiro. Seu corpo foi encontrado no domingo (25/01) após a confissão de um ex-policial detido durante as investigações. Ele estava enrolado num saco plástico preto no município de Manilo Fabio Altamirano. Segundo Bravo, o corpo estava desfigurado a ponto de ser impossível reconhecê-lo e a identidade da vítima só foi confirmada por meio de uma digital.
SIP condena assassinato A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) condenou o assassinato do jornalista e exigiu que as autoridades apliquem "de maneira exemplar" a justiça aos autores materiais e intelectuais do crime.
Em comunicado, o presidente da entidade, Gustavo Mohme, expressou sua solidariedade com os familiares e colegas do jornalista. Já o presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação da SIP, Claudio Paolillo, alertou para "a violência e os riscos que se expõe os jornalistas no México" e destacou que os mecanismos de proteção da imprensa precisam ser eficientes.





