Problemas financeiros podem encerrar atividades do WikiLeaks, diz fundador
Problemas financeiros podem encerrar atividades do WikiLeaks, diz fundador
Atualizado em 11/01/2011 às 13:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
O fundador do site WikiLeaks, o australiano Julian Assange, declarou que sua criação passa por dificuldades financeiras e que poderá encerrar suas atividades caso permaneça nessa situação. Segundo informações da AFP, o australiano declarou que não consegue ter acesso às doações feitas pelos apoiadores do site ao redor do mundo. "Temos dificuldades em receber o dinheiro dos doadores porque todas as nossas contas estão bloqueadas. Calculo que estejamos perdendo 500 mil euros por semana. Mas vamos tentar nos recuperar", disse Assange.
A declaração foi feita nesta terça-feira (11) à rádio francesa Europe, na mesma data em que acontece a audiência preparatória sobre sua extradição para a Suécia, país em que é acusado de cometer crimes sexuais.
O fundador do WikiLeaks declarou, ainda, que sua organização registrou prejuízo de mais de 480 mil euros por semana desde que começou a divulgar os documentos secretos sobre a diplomacia dos EUA, no final de novembro de 2010. Em dezembro, o banco suíço PostFinance fechou a conta aberta pela organização para recebimento de doações e as empresas de cartão de crédito Mastercard, Visa e PayPal bloqueariam os pagamentos feitos ao site.
Na época, mais de 250 mil arquivos foram publicados, entre despachos e outros registros. A Casa Branca condenou a publicação dos dados, dizendo que o site colocava em risco a vida de americanos e aliados dos EUA. Após o vazamento histórico, o governo norte-americano pressionou o maior servidor do país, a Amazon Web Services, para interromper o acesso ao WikiLeaks e evitar outra divulgação de informações comprometedoras.
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O fundador do WikiLeaks declarou, ainda, que sua organização registrou prejuízo de mais de 480 mil euros por semana desde que começou a divulgar os documentos secretos sobre a diplomacia dos EUA, no final de novembro de 2010. Em dezembro, o banco suíço PostFinance fechou a conta aberta pela organização para recebimento de doações e as empresas de cartão de crédito Mastercard, Visa e PayPal bloqueariam os pagamentos feitos ao site.
Na época, mais de 250 mil arquivos foram publicados, entre despachos e outros registros. A Casa Branca condenou a publicação dos dados, dizendo que o site colocava em risco a vida de americanos e aliados dos EUA. Após o vazamento histórico, o governo norte-americano pressionou o maior servidor do país, a Amazon Web Services, para interromper o acesso ao WikiLeaks e evitar outra divulgação de informações comprometedoras.
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