Prisioneiro britânico usava Facebook para controlar negócios e intimidar adversários
Prisioneiro britânico usava Facebook para controlar negócios e intimidar adversários
Um britânico Colin Gunn - considerado um dos prisioneiros mais perigosos dos Estados Unidos e condenado a 35 anos de prisão - usava a rede social Facebook para controlar negócios e intimidar adversários.
Segundo o site Expresso, nos últimos dois meses Gunn deixou mensagens quase diariamente em seu perfil, mesmo estando em uma prisão de segurança máxima. Em uma delas, escreveu: "Vou voltar para casa um dia e mal posso esperar para olhar nos olhos de algumas pessoas e ver o medo que sentem por me terem perto delas".
Ele teria afirmando no Facebook que o próprio diretor da cadeia o autorizou a acessar a rede social. Após a divulgação do caso, o Ministério da Justiça inglês assegurou que os prisioneiros apenas têm acesso à web para "fins educacionais", estando proibidos de usar plataformas como o "Facebook".
Suspeita-se que Gunn usasse um celular para acessar a internet, embora a prisão tenha aparelhos para detectar o sinal de telefones móveis. Sua conta no Facebook foi excluída e ele foi proibido de acessar qualquer outro site.
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