Preso suspeito de hackear celulares diz ter dado informações ao Intercept
Para Greenwald, Moro “está tentando cinicamente explorar essas prisões para lançar dúvidas sobre a autenticidade do material jornalístico”
Atualizado em 25/07/2019 às 09:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Walter Delgatti Neto, um dos hackers presos pela Polícia Federal, suspeitos de invadir celulares de autoridades, teria dito aos investigadores ter dado acesso ao jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept, informações obtidas em celulares via Telegram, segundo reportagem do Estadão.
Greenwald disse que Moro “está tentando cinicamente explorar essas prisões para lançar dúvidas sobre a autenticidade do material jornalístico”.
Crédito:Agência Câmara Desde 9 de julho, o Intercept vem publicando uma série de reportagens que mostram trocas de mensagens no Telegram entre Moro, quando ainda era juiz, e integrantes da Lava Jato em Curitiba.
"Parabenizo a Polícia Federal pela investigação do grupo de hackers, assim como o MPF e a Justiça Federal. Pessoas com antecedentes criminais, envolvidas em várias espécies de crimes. Elas, a fonte de confiança daqueles que divulgaram as supostas mensagens obtidas por crime", tuitou Moro, logo após a prisão dos hackers.
"Nunca falamos sobre a fonte. Essa acusação de que esses supostos criminosos presos agora são nossa fonte fica por sua conta", respondeu Leandro Demori, editor do Intercept.
Crédito:Reprodução "Não é interessante que a PF tenha supostamente encontrado um grupo do que Moro alegou serem hackers altamente sofisticados tão rapidamente, mas ninguém consegue encontrar Queiroz?", rabateu Greenwald.
Ontem, o advogado de Gustavo Elias Santos, um dos presos, disse que seu cliente ouviu de um dos presos que a intenção era vender ao PT as mensagens hackeadas. Em nota, o PT afirmou que o inquérito que apura a atuação de supostos hackers para invadir o celular do ministro Moro se tornou uma "armação" contra o partido.
Greenwald disse que Moro “está tentando cinicamente explorar essas prisões para lançar dúvidas sobre a autenticidade do material jornalístico”.
Crédito:Agência Câmara Desde 9 de julho, o Intercept vem publicando uma série de reportagens que mostram trocas de mensagens no Telegram entre Moro, quando ainda era juiz, e integrantes da Lava Jato em Curitiba.
"Parabenizo a Polícia Federal pela investigação do grupo de hackers, assim como o MPF e a Justiça Federal. Pessoas com antecedentes criminais, envolvidas em várias espécies de crimes. Elas, a fonte de confiança daqueles que divulgaram as supostas mensagens obtidas por crime", tuitou Moro, logo após a prisão dos hackers.
"Nunca falamos sobre a fonte. Essa acusação de que esses supostos criminosos presos agora são nossa fonte fica por sua conta", respondeu Leandro Demori, editor do Intercept.
Crédito:Reprodução "Não é interessante que a PF tenha supostamente encontrado um grupo do que Moro alegou serem hackers altamente sofisticados tão rapidamente, mas ninguém consegue encontrar Queiroz?", rabateu Greenwald.
Ontem, o advogado de Gustavo Elias Santos, um dos presos, disse que seu cliente ouviu de um dos presos que a intenção era vender ao PT as mensagens hackeadas. Em nota, o PT afirmou que o inquérito que apura a atuação de supostos hackers para invadir o celular do ministro Moro se tornou uma "armação" contra o partido.





