Presidente ucraniano rebate críticas sobre simulação de assassinato de jornalista russo
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O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, defendeu, em uma entrevista ao jornal espanhol El País, , na semana passada. As declarações foram amplamente divulgadas na mídia internacional.
Crédito:Valentyn Ogirenko/Reuters
“Seria melhor se o serviço secreto russo matasse o jornalista?”, rebateu Porochenko ao ser questionado sobre a encenação que, segundo Kiev, permitiu frustrar uma tentativa de assassinato real contra o jornalista, um grande crítico de Vladimir Putin.
Poroshenko disse ao periódico espanhol que se o país quer proteger a liberdade de imprensa e os jornalistas, será necessário utilizar este tipo de técnica.
"O serviço secreto ucraniano prendeu o culpado e em breve demonstrará de onde recebeu o dinheiro, as ordens, as listas de jornalistas a matar", declarou Poroshenko ao "El País".
De acordo com as autoridades ucranianas, o detido tinha uma suposta lista de 30 pessoas para assassinar na Ucrânia e em outros países da União Europeia.
Poroshenko afirmou que não informou pessoalmente os outros governos, mas que os "serviços especiais neste nível cooperam entre si".
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