Presidente egípcio nega perdão a jornalistas da Al Jazeera durante o Ramadã
Mohamed Fahmy permanecerá detido após seu nome e de outros colegas não integrar a lista de perdões presidenciais
Atualizado em 28/07/2014 às 15:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista egípcio-canadense Mohamed Fahmy, do canal árabe Al Jazeera, permanecerá detido após seu nome e de outros colegas não integrar a lista de perdões presidenciais emitidos pelo líder Abdel Fattah al-Sisi para marcar o fim do mês sagrado muçulmano do Ramadã, no último domingo (27/7).
Crédito:Reprodução Presidente egípcio não concedeu perdão ao jornalista (foto) durante o Ramadã
De acordo com o Globe and Mail, a notícia veio após o juiz responsável pela condenação divulgar comunicado com o motivo da sentença. Ele avaliou que os condenados usaram o jornalismo para propagar notícias contra o país. "Sabíamos que era extremamente improvável, especialmente em casos desta magnitude", disse o irmão do jornalista Adel Fahmy.
Além de Fahmy, o australiano Peter Greste, correspondente do canal árabe no Quênia, também foi condenado a sete anos de reclusão. Já o produtor egípcio Baher Mohamed foi considerado culpado por posse de arma de fogo e sentenciado a cumprir dez anos de prisão.
Outros sete funcionários da emissora também foram condenados à revelia a dez anos. Todos foram considerados culpados por colaborarem com o grupo político-religioso Irmandade Muçulmana, proibido no Egito.
Crédito:Reprodução Presidente egípcio não concedeu perdão ao jornalista (foto) durante o Ramadã
De acordo com o Globe and Mail, a notícia veio após o juiz responsável pela condenação divulgar comunicado com o motivo da sentença. Ele avaliou que os condenados usaram o jornalismo para propagar notícias contra o país. "Sabíamos que era extremamente improvável, especialmente em casos desta magnitude", disse o irmão do jornalista Adel Fahmy.
Além de Fahmy, o australiano Peter Greste, correspondente do canal árabe no Quênia, também foi condenado a sete anos de reclusão. Já o produtor egípcio Baher Mohamed foi considerado culpado por posse de arma de fogo e sentenciado a cumprir dez anos de prisão.
Outros sete funcionários da emissora também foram condenados à revelia a dez anos. Todos foram considerados culpados por colaborarem com o grupo político-religioso Irmandade Muçulmana, proibido no Egito.





