Presidente do Paquistão vai investigar mortes de jornalistas
Presidente do Paquistão vai investigar mortes de jornalistas
Atualizado em 10/05/2011 às 12:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Paquistão é considerado pelo Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) o lugar mais perigoso do mundo para profissionais de imprensa. Desde a execução do jornalista Daniel Pearl, em 2002, quinze jornalistas foram assassinados, torturados ou abduzidos no país.
Devido a grande repercussão internacional do caso de Pearl, os responsáveis pelo crime foram julgados e condenados, mas desde então, nenhum julgamento foi realizado para investigar o desaparecimento de jornalistas.
Pela ocasião do dia 3 de maio, Dia da Liberdade de Imprensa, uma equipe do CPJ, composta pelo Coordenador do programa asiático do CPJ, Bob Dietz, o diretor executivo, Joel Simon, e o presidente do CPJ, Paul Steiger, foi ao Paquistão para discutir com o presidente Asif Ali Zardari as falhas nas investigações às mortes de jornalistas.
Eles foram recebidos por uma comissão do governo e pelo presidente na capital Islamabad, em meio à turbulência que acometeu o país após a intervenção dos EUA que matou Osama Bin Laden. Durante a reunião, que durou em torno de meia hora, a equipe entregou um dossiê completo com todos os casos de morte e desaparecimento de jornalistas ao presidente. Zardari relatou os problemas estruturais nas investigações que o país enfrenta - falta de recursos e a constante ameaça do terrorismo.
A equipe do CPJ disse ao presidente que seria um pré-requisito para começar a lidar com os casos de impunidade uma declaração firme da liderança do país. Zadari encomendou ao ministro do Interior, Rehman Malik, um relatório completo sobre os casos e disse aos membros do gabinete para trabalharem em uma legislação para fortalecer a liberdade de imprensa. "A proteção dos jornalistas está em meu mandato", disse o presidente.
Segundo o CPJ, o presidente paquistanês está comprometido em investigar as mortes de jornalistas em seu país, jurando reverter o aumento no registro de casos de impunidade.
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Devido a grande repercussão internacional do caso de Pearl, os responsáveis pelo crime foram julgados e condenados, mas desde então, nenhum julgamento foi realizado para investigar o desaparecimento de jornalistas.
Pela ocasião do dia 3 de maio, Dia da Liberdade de Imprensa, uma equipe do CPJ, composta pelo Coordenador do programa asiático do CPJ, Bob Dietz, o diretor executivo, Joel Simon, e o presidente do CPJ, Paul Steiger, foi ao Paquistão para discutir com o presidente Asif Ali Zardari as falhas nas investigações às mortes de jornalistas.
Eles foram recebidos por uma comissão do governo e pelo presidente na capital Islamabad, em meio à turbulência que acometeu o país após a intervenção dos EUA que matou Osama Bin Laden. Durante a reunião, que durou em torno de meia hora, a equipe entregou um dossiê completo com todos os casos de morte e desaparecimento de jornalistas ao presidente. Zardari relatou os problemas estruturais nas investigações que o país enfrenta - falta de recursos e a constante ameaça do terrorismo.
A equipe do CPJ disse ao presidente que seria um pré-requisito para começar a lidar com os casos de impunidade uma declaração firme da liderança do país. Zadari encomendou ao ministro do Interior, Rehman Malik, um relatório completo sobre os casos e disse aos membros do gabinete para trabalharem em uma legislação para fortalecer a liberdade de imprensa. "A proteção dos jornalistas está em meu mandato", disse o presidente.
Segundo o CPJ, o presidente paquistanês está comprometido em investigar as mortes de jornalistas em seu país, jurando reverter o aumento no registro de casos de impunidade.
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