Presidente do Equador propõe lei que limita a cobertura eleitoral da imprensa
Na última terça- feira (17), o Projeto de Lei que limita a cobertura eleitoral da imprensa no Equador, proposta pelo presidente Rafael Correa, superou seu último obstáculo para ser implantada.
Atualizado em 18/01/2012 às 11:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
A oposição obteve 50 votos para barrar o projeto, 13 a menos que os necessários para levar o tema à discussão no Legislativo. "Já não há capacidade de manobra", disse o deputado opositor Andrés Paéz, do partido Esquerda Democrática.
A lei sugere que durante a campanha eleitoral, os meios de comunicação "se absterão de fazer promoção direta ou indireta, seja através de reportagens, especiais ou qualquer outra forma de mensagem, que tenda a incidir a favor ou contra um determinado candidato, postulado, opiniões, preferências eleitorais ou tese política".
Correa alega que a norma evitará que veículos de comunicação se transformem em "atores políticos ilegítimos" e afirmou que não proibirá entrevistas ou reportagens sobre candidatos. O texto da proposta detalha também a permissão de promoção de projetos públicos em execução e a forma como devem ser abordados "temas de importância nacional, como campanhas de saúde, segurança ou outros de natureza similar". As normas devem entrar em vigor a partir de 4 de fevereiro.
As informações são do portal Terra.
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A lei sugere que durante a campanha eleitoral, os meios de comunicação "se absterão de fazer promoção direta ou indireta, seja através de reportagens, especiais ou qualquer outra forma de mensagem, que tenda a incidir a favor ou contra um determinado candidato, postulado, opiniões, preferências eleitorais ou tese política".
Correa alega que a norma evitará que veículos de comunicação se transformem em "atores políticos ilegítimos" e afirmou que não proibirá entrevistas ou reportagens sobre candidatos. O texto da proposta detalha também a permissão de promoção de projetos públicos em execução e a forma como devem ser abordados "temas de importância nacional, como campanhas de saúde, segurança ou outros de natureza similar". As normas devem entrar em vigor a partir de 4 de fevereiro.
As informações são do portal Terra.
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